Formações
Uma corrente que mudou minha vida
Desde criança eu pensava em fazer algo capaz de tornar o mundo melhorA+A-Quando recebemos algo bom, naturalmente pensamos em retribuir o benefício, pois a gratidão desperta em nosso interior e nos leva à ação. Acredito que o mesmo acontece na evangelização. Cada pessoa que percebe sua vida transformada – como fruto do anúncio da Boa Nova – de certa forma deseja contribuir para que outros também experimentem tamanha graça. Foi isso o que aconteceu comigo há um tempo e acontece ainda hoje.
Organizando meus escritos, encontrei o depoimento dado para um jornal, no qual me peguntaram por que pertenço à Comunidade Canção Nova. Reli o artigo e pensei: “É isso mesmo! Preciso dizê-lo para mais pessoas!”.
Você já ouviu falar do filme "A corrente do bem"? A ideia principal do longa-metragem é a de proporcionar a outros o bem que recebemos e assim os atos de bondade vão se multiplicando, transformando vidas e realidades.
Tudo começa com um menino, cuja tarefa escolar dizia que para o mundo ser melhor era preciso fazer três coisas boas. Então, a corrente teve início com três metas: ajudar uma velhinha a atravessar a rua, comprar um lanche para um faminto e sorrir para alguém triste.
Respondendo ao jornalista sobre o motivo de pertencer à Canção Nova, falei sobre esse filme e lhe contei que minha vida foi restaurada pelo bem que Deus me fez por meio dessa comunidade e que, por amor e gratuidade, fiz a escolha de dedicar não só minha profissão, mas também minha vida para fazer essa corrente tornar-se mais forte.
Tive meu encontro pessoal com Cristo quando não esperava. Por insistência de uma amiga fui visitar um grupo de oração da minha cidade e lá senti o amor de Deus tocar meu coração. Não entendi o que aconteceu naquela noite, mas me senti tão bem que saí daquele lugar transformada, querendo levar a mesma graça que experimentei a todas as pessoas, a começar pelos de minha casa. Enfim, queria que todos conhecessem este Jesus que eu acabava de descobrir que estava vivo e continua tocando os corações.
Alguns que me conheciam, pensavam que era empolgação passageira e tinham suas razões. Apesar de ser de uma família católica, não costumava frequentar a Igreja e estava começando uma carreira artística que poderia me afastar ainda mais dos desígnios de Deus. Porém, persisti na caminhada com Cristo. Comecei logo a procurar aliados que me ajudassem a perseverar e, por Providência Divina, nessa época conheci a Canção Nova. Foi uma questão de identidade entre mim e o carisma. Quanto mais eu conhecia a missão dessa obra de Deus, tanto mais me identificava com ela. Graças a Deus esta descoberta continua a cada dia.
Desde criança eu pensava em fazer algo capaz de tornar o mundo melhor. Imaginava que minha vida teria mais sentido se colaborasse com a felicidade de outros. Não era apenas sonho infantil, era uma inspiração que, na época, eu não compreendia; mas hoje sei: era sinal de minha vocação.
Acredito que, como missionária na Comunidade Canção Nova, estou contribuindo para tornar o mundo melhor, sim. A "corrente do bem" continua atingindo muitos corações, todos os dias, por meio dessa obra.
Minha vida foi transformada pelo anúncio do Evangelho e minha alegria está em viver para que outros também experimentem esta graça, quando falo, escrevo, atendo telefonemas, gravo, produzo e apresento programas, ou realizo as atividades próprias do dia a dia. Tenho consciência de que estou unida a uma obra para cuja missão Deus me criou; e a força para nossa missão nós a encontramos em Deus por meio da oração.
O Apóstolo Paulo, na Carta aos Filipenses, nos lembra que somos "cidadãos do céu", e que precisamos nos colocar a serviço de todos para contribuir na construção da cidade terrena na justiça e no amor. Fala com outras palavras da nova civilização com a qual tanto sonhamos.
E poderíamos nos perguntar: "Então, como atrair as pessoas para Cristo a fim de que Ele as transforme?" A resposta vem do próprio Evangelho: "Vivendo como Ele viveu"! Aí está nosso desafio constante. De fato, se praticarmos a Palavra de Jesus Cristo, estaremos cada vez mais sintonizados com Seus pensamentos, ensinamentos e jeito de ser. Dessa forma, daremos continuidade à corrente que Ele começou ao dar a vida por nós.
Pelo poder do Seu nome e vivendo Sua Palavra, somos impulsionados a doar a vida pelo próximo, assim como Ele o fez. Desse modo, damos continuidade à "corrente do bem", a qual mudou a minha vida e pode mudar a sua.
Que tal começar, hoje, a praticar gestos de bondade em gratidão pelo bem que você recebeu? Anunciar o Evangelho a pelo menos uma pessoa que encontrar neste dia já é um bom começo.
Dijanira Silva
dijanira@geracaophn.com
Dijanira Silva Missionária da Comunidade Canção Nova, em Fátima, Portugal. Trabalha na Rádio CN FM 103.7
06/08/2009 - 08h00
Tags: Canção Nova formação Espiritualidade corrente do bem Vocação
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
MENSAGEM
Pensar bem de todos, falar bem de todos e querer bem a todos
Mensagem do padre Sóstenes no programa "Sorrindo pra Vida" da TV Canção Nova, nesta quarta-feira, dia 12 de agosto.
Eu quero convidar você para abrir a Palavra de Deus em:
Mateus 18,21-22.
Padre Sostenes Vieira
Foto: Wesley Almeida
Monsenhor Jonas Abib nos ensina esta frase de Dom Bosco: “É preciso pensar bem de todos, falar bem de todos e querer bem a todos”. E como viver isso? Como falar bem de alguém de que eu não penso bem? Como agir dessa maneira quando alguém me machuca?
.: Ouça a mensagem
Se não aprendemos a pensar bem das pessoas será muito difícil conseguir não falar mal delas. O segredo para pensar bem, falar bem e querer bem é a Palavra de Deus, que vai nos ajudar a dar o primeiro passo para perdoar.
O Senhor quer nos ensinar a pensar bem das pessoas. Todas as vezes em que passamos por momentos difíceis é preciso fazer esta pergunta utilizando esta palavra: “Será?” É uma pergunta aberta: “Será que quem me feriu dormiu bem?” “Será que ele estava preocupado ou com muitas dívidas?” E “Será que ele brigou com alguém antes de me encontrar?” Quando fazemos essas perguntas diante das pessoas e das situações que nos são difíceis, aos poucos vamos começando a pensar bem de todos.
É preciso querer perdoar, é preciso querer dar esse presente para Deus. Perdoar é atitude de quem quer ser livre, é atitude de quem ama. Quem disse que não podemos perdoar mesmo quando ainda nos dói? Perdoar, mesmo com dor, é muito mais perdão, é fazê-lo por amor a Deus. Dessa forma, tiramos a pedra de condenação de cima de nós e da outra pessoa.
Outras perguntas necessárias são: “E se fosse eu?” E “O que Jesus faria no meu lugar?” Com certeza, fazendo esses questionamentos conseguiremos dar passos concretos para pensar bem de todos, falar bem de todos e querer bem de todos!
Padre Sóstenes Vieira
Comunidade Canção Nova
Veja wallpaper sobre este mês das vocações
Comunidade de relacionamentos da Canção Nova: gente de fé
Mensagem do padre Sóstenes no programa "Sorrindo pra Vida" da TV Canção Nova, nesta quarta-feira, dia 12 de agosto.
Eu quero convidar você para abrir a Palavra de Deus em:
Mateus 18,21-22.
Padre Sostenes Vieira
Foto: Wesley Almeida
Monsenhor Jonas Abib nos ensina esta frase de Dom Bosco: “É preciso pensar bem de todos, falar bem de todos e querer bem a todos”. E como viver isso? Como falar bem de alguém de que eu não penso bem? Como agir dessa maneira quando alguém me machuca?
.: Ouça a mensagem
Se não aprendemos a pensar bem das pessoas será muito difícil conseguir não falar mal delas. O segredo para pensar bem, falar bem e querer bem é a Palavra de Deus, que vai nos ajudar a dar o primeiro passo para perdoar.
O Senhor quer nos ensinar a pensar bem das pessoas. Todas as vezes em que passamos por momentos difíceis é preciso fazer esta pergunta utilizando esta palavra: “Será?” É uma pergunta aberta: “Será que quem me feriu dormiu bem?” “Será que ele estava preocupado ou com muitas dívidas?” E “Será que ele brigou com alguém antes de me encontrar?” Quando fazemos essas perguntas diante das pessoas e das situações que nos são difíceis, aos poucos vamos começando a pensar bem de todos.
É preciso querer perdoar, é preciso querer dar esse presente para Deus. Perdoar é atitude de quem quer ser livre, é atitude de quem ama. Quem disse que não podemos perdoar mesmo quando ainda nos dói? Perdoar, mesmo com dor, é muito mais perdão, é fazê-lo por amor a Deus. Dessa forma, tiramos a pedra de condenação de cima de nós e da outra pessoa.
Outras perguntas necessárias são: “E se fosse eu?” E “O que Jesus faria no meu lugar?” Com certeza, fazendo esses questionamentos conseguiremos dar passos concretos para pensar bem de todos, falar bem de todos e querer bem de todos!
Padre Sóstenes Vieira
Comunidade Canção Nova
Veja wallpaper sobre este mês das vocações
Comunidade de relacionamentos da Canção Nova: gente de fé
FORMAÇÃO
É preciso buscar, incessantemente, a face de Deus
Formação
"E dirás naquele tempo: Eu vos rendo graças, Senhor, porque vos irritastes; vossa cólera se aplacou e vós me consolastes. 2 Eis o Deus que me salva, tenho confiança e nada temo, porque minha força e meu canto é o Senhor, e ele foi o meu salvador. 3 Vós tirareis com alegria água das fontes da salvação, 4 e direis naquele tempo: Louvai ao Senhor, invocai o seu nome, fazei que suas obras sejam conhecidas entre os povos; proclamai que seu nome é sublime. 5 Cantai ao Senhor, porque ele fez maravilhas, e que isto seja conhecido por toda a terra. 6 Exultai de gozo e alegria, habitantes de Sião, porque é grande no meio de vós o Santo de Israel”. Isaías 12 – o tema é cântico de libertação
Eugênio Jorge
Foto: Arquivos CN
Isaías também passou pelo fogo do fruto da irritação de Deus, mas em meio ao sofrimento o Senhor o consolou; e por quê? Porque ele sabia quem era o Deus que o salvava, em quem ele tinha posto a sua confiança e qual era o Deus para quem ele cantava.
A sua força vinha do Senhor, ele sabia qual era a razão do seu cantar... O Senhor é a razão!
E a pergunta que eu lhe faço hoje é: Por que você canta? Por que prega? Por que você faz o que faz? Qual é a motivação do seu coração?
Jovens inseridos no ministério de música, por que vocês cantam? O que os sustenta para que vocês realizem esse ministério?
Cada dia mais eu encontro irmãos queridos no meu coração que trabalham no ministério, desanimados, dizendo que a música católica está em crise e com muitos motivos para abandoná-la.
Diz a música do Walmir Alencar: 'Vê o tempo é curto e não dá pra esperar. Tu não vês, o tentador só procura te enganar dizendo que tens muitos motivos, enfim, para tudo abandonar. Agarra o que é teu, permanece fiel, luta sem desanimar...’
Irmãos, o nosso ministério não pode estar à mercê das circunstâncias. Com pensamentos deste tipo: “Ah! Se me aplaudirem eu canto!” Ou: “Se tiver bom som, eu toco...” “Ah se... ah se...”
Isaías diz que a razão do seu cantar é o Senhor. Os acontecimentos virão e no decorrer do tempo vão se multiplicando; e como diz a música da Salette: “Tudo passa, só Deus permanecerá... e Ele voltará” .
A resposta para um ministério fecundo está nessa busca incessante da face de Deus!
Por que você canta? Por que faz o que faz?
Precisamos fazer essa descoberta, saber o porquê e para quem nosso trabalho e o nosso ministério são destinados; e uma vez descoberto isso, é preciso mergulhar nessa feliz realidade: Salmo 39 – Ele me ouviu quando clamei por socorro e me pôs nos lábios uma nova canção...
As circunstâncias, muitas vezes, nos afastam de realidade concretas em nossa vida; mas quem não passou por dificuldades no ministério? Duras provas...
A palavra, para nós, é: Não se renda! Não desista! Resista! Insista! A tempestade dura por uma noite. Pode a tristeza durar até o anoitecer, mas a alegria vem ao amanhecer, canta monsenhor Jonas. Se o Senhor for o seu canto, Ele se inclinará para você.
Sinto muito em lhe dizer que não é porque somos ministros de música que seremos privados das tribulações. Mas ainda assim não se renda! Não desista! Fique firme! Porque a minha força e o meu canto não estão apoiados nas minhas qualidades, no que eu faço ou deixo de fazer... mas é no Senhor! Aconteça o que acontecer, Ele é o Senhor. Se estivermos firmes n’Ele a nossa canção será sempre nova. Vamos nos apoiar nisso e buscar uma verdadeira conversão para os nossos corações.
Tenhamos posição de músicos convertidos para o Autor de toda música: o Senhor. E “não” ao charme, às luzes, às câmeras, aos microfones sem fio!...
O meu canto é o transbordamento daquilo que vivo no meu relacionamento com Deus, daquilo que vivo na paróquia, no meu grupo de oração, é fruto da minha conversão... É preciso buscar a face de Deus com todas as nossas limitações.
Eugênio Jorge
Mensagem Brasil
Formação
"E dirás naquele tempo: Eu vos rendo graças, Senhor, porque vos irritastes; vossa cólera se aplacou e vós me consolastes. 2 Eis o Deus que me salva, tenho confiança e nada temo, porque minha força e meu canto é o Senhor, e ele foi o meu salvador. 3 Vós tirareis com alegria água das fontes da salvação, 4 e direis naquele tempo: Louvai ao Senhor, invocai o seu nome, fazei que suas obras sejam conhecidas entre os povos; proclamai que seu nome é sublime. 5 Cantai ao Senhor, porque ele fez maravilhas, e que isto seja conhecido por toda a terra. 6 Exultai de gozo e alegria, habitantes de Sião, porque é grande no meio de vós o Santo de Israel”. Isaías 12 – o tema é cântico de libertação
Eugênio Jorge
Foto: Arquivos CN
Isaías também passou pelo fogo do fruto da irritação de Deus, mas em meio ao sofrimento o Senhor o consolou; e por quê? Porque ele sabia quem era o Deus que o salvava, em quem ele tinha posto a sua confiança e qual era o Deus para quem ele cantava.
A sua força vinha do Senhor, ele sabia qual era a razão do seu cantar... O Senhor é a razão!
E a pergunta que eu lhe faço hoje é: Por que você canta? Por que prega? Por que você faz o que faz? Qual é a motivação do seu coração?
Jovens inseridos no ministério de música, por que vocês cantam? O que os sustenta para que vocês realizem esse ministério?
Cada dia mais eu encontro irmãos queridos no meu coração que trabalham no ministério, desanimados, dizendo que a música católica está em crise e com muitos motivos para abandoná-la.
Diz a música do Walmir Alencar: 'Vê o tempo é curto e não dá pra esperar. Tu não vês, o tentador só procura te enganar dizendo que tens muitos motivos, enfim, para tudo abandonar. Agarra o que é teu, permanece fiel, luta sem desanimar...’
Irmãos, o nosso ministério não pode estar à mercê das circunstâncias. Com pensamentos deste tipo: “Ah! Se me aplaudirem eu canto!” Ou: “Se tiver bom som, eu toco...” “Ah se... ah se...”
Isaías diz que a razão do seu cantar é o Senhor. Os acontecimentos virão e no decorrer do tempo vão se multiplicando; e como diz a música da Salette: “Tudo passa, só Deus permanecerá... e Ele voltará” .
A resposta para um ministério fecundo está nessa busca incessante da face de Deus!
Por que você canta? Por que faz o que faz?
Precisamos fazer essa descoberta, saber o porquê e para quem nosso trabalho e o nosso ministério são destinados; e uma vez descoberto isso, é preciso mergulhar nessa feliz realidade: Salmo 39 – Ele me ouviu quando clamei por socorro e me pôs nos lábios uma nova canção...
As circunstâncias, muitas vezes, nos afastam de realidade concretas em nossa vida; mas quem não passou por dificuldades no ministério? Duras provas...
A palavra, para nós, é: Não se renda! Não desista! Resista! Insista! A tempestade dura por uma noite. Pode a tristeza durar até o anoitecer, mas a alegria vem ao amanhecer, canta monsenhor Jonas. Se o Senhor for o seu canto, Ele se inclinará para você.
Sinto muito em lhe dizer que não é porque somos ministros de música que seremos privados das tribulações. Mas ainda assim não se renda! Não desista! Fique firme! Porque a minha força e o meu canto não estão apoiados nas minhas qualidades, no que eu faço ou deixo de fazer... mas é no Senhor! Aconteça o que acontecer, Ele é o Senhor. Se estivermos firmes n’Ele a nossa canção será sempre nova. Vamos nos apoiar nisso e buscar uma verdadeira conversão para os nossos corações.
Tenhamos posição de músicos convertidos para o Autor de toda música: o Senhor. E “não” ao charme, às luzes, às câmeras, aos microfones sem fio!...
O meu canto é o transbordamento daquilo que vivo no meu relacionamento com Deus, daquilo que vivo na paróquia, no meu grupo de oração, é fruto da minha conversão... É preciso buscar a face de Deus com todas as nossas limitações.
Eugênio Jorge
Mensagem Brasil
PAI
Pai, expressão de heroísmo
Toda criança deseja ter orgulho do pai e falar dos seus feitosA+A-Nas fantasias de nossa infância, alguns personagens fazem-se presentes por atos extraordinários de bravura. Atraem a admiração e transformam o imaginário no comum das brincadeiras. Homens com superpoderes, que não conhecem as fragilidades dos mortais e são capazes de proteger a paz e a ordem do universo. Têm o ofício de vencer o mal, com o qual travam épicas batalhas. Eles são os super-heróis. Esses seres estimulam as crianças a quererem imitá-los em seus trajes e em seus feitos. Por tudo isso se tornam um marco na primeira etapa de nossas vidas.
Nós associamos heroísmo com um ato incomum e grandioso; a definição de herói é: “Aquele que se distingue por seu valor ou por suas ações extraordinárias” e também: “Quem arrisca a própria vida ou morre por um ato nobre.”
Há, no cotidiano, alguém que, desde nossa tenra idade, diferente de feitos grandiosos e ilusórios, torna-se herói pelo comum de gestos concretos e que, mesmo com seus limites, livra-nos dos perigos. Chamamos essa pessoa de “pai”.
Pai é a pessoa do sexo masculino que participa da geração de uma vida. Mas o ser paterno vai além de doar sua genética à gestação do um novo rebento. Pais são heróis que formam pessoas. São aqueles que, na ausência de forças sobre-humanas, são capazes de agregar valores ao coração dos filhos e entregar suas vidas por amor a eles.
No simples exercício do dom da paternidade, o genitor vai tomando feições de um homem incomum, atraindo a admiração dos filhos e tornando-se referência para a vida destes. É o exemplo a ser alcançado na forma como desenvolve seu profissionalismo, no trato com a esposa, nas direções da condução do lar, no sustento que provê, mas principalmente no amor que inspira suas ações.
Toda criança deseja ter orgulho do pai. Falar dos seus feitos para os amigos. Com o passar dos anos, vamos nos esquecendo das capas voadoras, dos artifícios e habilidades fantásticas que embalaram nossos sonhos infantis.
Aquele homem, herói comum do dia a dia, pode não ter mais o mesmo vigor, mas, nos traços do rosto ou no grisalho dos cabelos existe um sinal de luz, sabedoria adquirida da experiência, ao qual o filho pode ainda recorrer e, como no início, saber que esse seu poderoso aliado está sempre pronto a perpetuar o carinho e o amor até os dias do seu ser adulto.
Neste Dia dos Pais, demonstre a gratidão de quem teve uma experiência com um verdadeiro ser heroico. Afinal, o amor paterno recebido prepara o filho para vencer desafios e conquistar o mundo inteiro.
Feliz Dia dos Pais!
Deus abençoe a todos.
Sandro Ap. Arquejada - Comunidade Canção Nova
sandroarq@geracaophn.com
Toda criança deseja ter orgulho do pai e falar dos seus feitosA+A-Nas fantasias de nossa infância, alguns personagens fazem-se presentes por atos extraordinários de bravura. Atraem a admiração e transformam o imaginário no comum das brincadeiras. Homens com superpoderes, que não conhecem as fragilidades dos mortais e são capazes de proteger a paz e a ordem do universo. Têm o ofício de vencer o mal, com o qual travam épicas batalhas. Eles são os super-heróis. Esses seres estimulam as crianças a quererem imitá-los em seus trajes e em seus feitos. Por tudo isso se tornam um marco na primeira etapa de nossas vidas.
Nós associamos heroísmo com um ato incomum e grandioso; a definição de herói é: “Aquele que se distingue por seu valor ou por suas ações extraordinárias” e também: “Quem arrisca a própria vida ou morre por um ato nobre.”
Há, no cotidiano, alguém que, desde nossa tenra idade, diferente de feitos grandiosos e ilusórios, torna-se herói pelo comum de gestos concretos e que, mesmo com seus limites, livra-nos dos perigos. Chamamos essa pessoa de “pai”.
Pai é a pessoa do sexo masculino que participa da geração de uma vida. Mas o ser paterno vai além de doar sua genética à gestação do um novo rebento. Pais são heróis que formam pessoas. São aqueles que, na ausência de forças sobre-humanas, são capazes de agregar valores ao coração dos filhos e entregar suas vidas por amor a eles.
No simples exercício do dom da paternidade, o genitor vai tomando feições de um homem incomum, atraindo a admiração dos filhos e tornando-se referência para a vida destes. É o exemplo a ser alcançado na forma como desenvolve seu profissionalismo, no trato com a esposa, nas direções da condução do lar, no sustento que provê, mas principalmente no amor que inspira suas ações.
Toda criança deseja ter orgulho do pai. Falar dos seus feitos para os amigos. Com o passar dos anos, vamos nos esquecendo das capas voadoras, dos artifícios e habilidades fantásticas que embalaram nossos sonhos infantis.
Aquele homem, herói comum do dia a dia, pode não ter mais o mesmo vigor, mas, nos traços do rosto ou no grisalho dos cabelos existe um sinal de luz, sabedoria adquirida da experiência, ao qual o filho pode ainda recorrer e, como no início, saber que esse seu poderoso aliado está sempre pronto a perpetuar o carinho e o amor até os dias do seu ser adulto.
Neste Dia dos Pais, demonstre a gratidão de quem teve uma experiência com um verdadeiro ser heroico. Afinal, o amor paterno recebido prepara o filho para vencer desafios e conquistar o mundo inteiro.
Feliz Dia dos Pais!
Deus abençoe a todos.
Sandro Ap. Arquejada - Comunidade Canção Nova
sandroarq@geracaophn.com
FORMAÇÃO
Por que o padre não se casa?
Celibato é uma entrega total e amorosa ao Reino de DeusA+A-Quando ouço alguém dizer ou mesmo me perguntar: “Por que padre não se casa?” Eu poderia repetir a pergunta de outro jeito: Por que você se casou ou por que você está solteiro? Por que você é professora ou advogado? Ou mãe de família? E assim por diante. Isso prova que toda vocação é um grande mistério entre Deus e o coração da pessoa por Ele convidada a abraçar um estado de vida. Não se esqueça que alguém pode ser feliz e realizado ou infeliz e triste pela escolha livre que fez. A vocação é assumida livremente e eu não fui obrigado a assumir o sacerdócio e o celibato.
O celibato não é uma castração nem uma proibição de casar ou outras coisas semelhantes. Celibato é uma entrega total e amorosa ao Reino de Deus e ao serviço do Seu povo. Neste estado de vida eu assumo e respondo livremente, pois a diferença não está tanto no exterior, mas está dentro de minha alma, foge de mim e de mim transborda.
Acredito que eu seja diferente somente pela escolha e pela consagração que Deus fez comigo, assim como você pode ser diferente naquilo que você é. Não posso negar: sou diferente de dentro para fora, sou consagrado, separado para ser todo de Deus, para ser todo das pessoas, da missão, da Igreja. O celibato não limita o meu amor, pelo contrário, alarga-o até o infinito; não me prende a ninguém, mas me deixa livre para todos. É um desafio, pois continuo exatamente como todo homem: com sentimentos, dificuldades e pecados também, mas eu abracei a escolha que fiz: “Estou no mundo, mas não sou do mundo, nem sou como todo o mundo”.
O nosso mundo precisa exatamente de mim assim diferente e talvez seja isso que incomode e ajude tanto as pessoas.
Você aceita ser diferente assumindo a vocação que abraçou?
Eu fui conquistado por amor e por amor continuo todos os dias deixando-me conquistar: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que escolhe a vós”. Vocação é um mistério que eu vou descobrindo todos os dias um pouco mais.
Peço a você a permissão de ter uma vocação diferente e nela ser realizado e feliz. Como existem casais, jovens, professores, domésticas, médicos felizes e realizados em sua vocação, eu sou feliz e realizado por ser sacerdote e celibatário. Que bom que todo o mundo não é igual e não tem a mesma vocação, a diferença enriquece a vida e o mundo.
Como sempre dizemos: “As diferenças não são barreiras, mas sim, riquezas”. O mais importante é ser coerente e verdadeiro na diferença que assumimos em nossa vida.
Parabéns por você ser diferente e feliz!
O que diz o Catecismo da Igreja Católica (CIC), número §1579: “Todos os ministros ordenados da Igreja latina, com exceção dos diáconos permanentes, normalmente são escolhidos entre os homens fiéis que vivem como celibatários e querem guardar o celibato "por causa do Reino dos Céus" (Mt 19,12). Chamados a consagrar-se com indiviso coração ao Senhor e a "cuidar das coisas do Senhor", entregam-se inteiramente a Deus e aos homens. O celibato é um sinal desta nova vida a serviço da qual o ministro da Igreja é consagrado; aceito com coração alegre, ele anuncia de modo radiante o Reino de Deus”.
CIC §1599: “Na Igreja latina, o sacramento da Ordem para o presbiterado normalmente é conferido apenas a candidatos que estão prontos a abraçar livremente o celibato e manifestam publicamente sua vontade de guardá-lo por amor do Reino de Deus e do serviço aos homens” (Cf. Catecismo da Igreja Católica, números 1579/1580).
O celibato não limita o meu amor, pelo contrário, alarga-o até o infinito, não me prende a ninguém, me deixa livre para todos.
Oração: Senhor da messe e pastor do rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos o teu forte e suave convite: “Vem e segue-me"! Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho e a generosidade para seguir a tua voz. Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta as nossas comunidades para a missão. Ensina a nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino, na vida consagrada e religiosa.
Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade dos nossos bispos, padres e ministros. Dá perseverança aos nossos seminaristas. Desperta o coração dos nossos jovens para o ministério pastoral na tua Igreja.
Senhor da messe e pastor do rebanho, chama-nos para o serviço do teu povo. Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder "sim". Amém
Deixe o seu comentário e seu testemunho sobre vocação Você já pensou nisso?
Quer saber mais sobre vocação Canção Nova acesse nossos contatos:
vocacao@cancaonova.com
blog.cancaonova.com/vocacional
Minha bênção fraterna.
Padre Luizinho - Com. Canção Nova
blog.cancaonova.com/padreluizinho
Celibato é uma entrega total e amorosa ao Reino de DeusA+A-Quando ouço alguém dizer ou mesmo me perguntar: “Por que padre não se casa?” Eu poderia repetir a pergunta de outro jeito: Por que você se casou ou por que você está solteiro? Por que você é professora ou advogado? Ou mãe de família? E assim por diante. Isso prova que toda vocação é um grande mistério entre Deus e o coração da pessoa por Ele convidada a abraçar um estado de vida. Não se esqueça que alguém pode ser feliz e realizado ou infeliz e triste pela escolha livre que fez. A vocação é assumida livremente e eu não fui obrigado a assumir o sacerdócio e o celibato.
O celibato não é uma castração nem uma proibição de casar ou outras coisas semelhantes. Celibato é uma entrega total e amorosa ao Reino de Deus e ao serviço do Seu povo. Neste estado de vida eu assumo e respondo livremente, pois a diferença não está tanto no exterior, mas está dentro de minha alma, foge de mim e de mim transborda.
Acredito que eu seja diferente somente pela escolha e pela consagração que Deus fez comigo, assim como você pode ser diferente naquilo que você é. Não posso negar: sou diferente de dentro para fora, sou consagrado, separado para ser todo de Deus, para ser todo das pessoas, da missão, da Igreja. O celibato não limita o meu amor, pelo contrário, alarga-o até o infinito; não me prende a ninguém, mas me deixa livre para todos. É um desafio, pois continuo exatamente como todo homem: com sentimentos, dificuldades e pecados também, mas eu abracei a escolha que fiz: “Estou no mundo, mas não sou do mundo, nem sou como todo o mundo”.
O nosso mundo precisa exatamente de mim assim diferente e talvez seja isso que incomode e ajude tanto as pessoas.
Você aceita ser diferente assumindo a vocação que abraçou?
Eu fui conquistado por amor e por amor continuo todos os dias deixando-me conquistar: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que escolhe a vós”. Vocação é um mistério que eu vou descobrindo todos os dias um pouco mais.
Peço a você a permissão de ter uma vocação diferente e nela ser realizado e feliz. Como existem casais, jovens, professores, domésticas, médicos felizes e realizados em sua vocação, eu sou feliz e realizado por ser sacerdote e celibatário. Que bom que todo o mundo não é igual e não tem a mesma vocação, a diferença enriquece a vida e o mundo.
Como sempre dizemos: “As diferenças não são barreiras, mas sim, riquezas”. O mais importante é ser coerente e verdadeiro na diferença que assumimos em nossa vida.
Parabéns por você ser diferente e feliz!
O que diz o Catecismo da Igreja Católica (CIC), número §1579: “Todos os ministros ordenados da Igreja latina, com exceção dos diáconos permanentes, normalmente são escolhidos entre os homens fiéis que vivem como celibatários e querem guardar o celibato "por causa do Reino dos Céus" (Mt 19,12). Chamados a consagrar-se com indiviso coração ao Senhor e a "cuidar das coisas do Senhor", entregam-se inteiramente a Deus e aos homens. O celibato é um sinal desta nova vida a serviço da qual o ministro da Igreja é consagrado; aceito com coração alegre, ele anuncia de modo radiante o Reino de Deus”.
CIC §1599: “Na Igreja latina, o sacramento da Ordem para o presbiterado normalmente é conferido apenas a candidatos que estão prontos a abraçar livremente o celibato e manifestam publicamente sua vontade de guardá-lo por amor do Reino de Deus e do serviço aos homens” (Cf. Catecismo da Igreja Católica, números 1579/1580).
O celibato não limita o meu amor, pelo contrário, alarga-o até o infinito, não me prende a ninguém, me deixa livre para todos.
Oração: Senhor da messe e pastor do rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos o teu forte e suave convite: “Vem e segue-me"! Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho e a generosidade para seguir a tua voz. Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta as nossas comunidades para a missão. Ensina a nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino, na vida consagrada e religiosa.
Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade dos nossos bispos, padres e ministros. Dá perseverança aos nossos seminaristas. Desperta o coração dos nossos jovens para o ministério pastoral na tua Igreja.
Senhor da messe e pastor do rebanho, chama-nos para o serviço do teu povo. Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder "sim". Amém
Deixe o seu comentário e seu testemunho sobre vocação Você já pensou nisso?
Quer saber mais sobre vocação Canção Nova acesse nossos contatos:
vocacao@cancaonova.com
blog.cancaonova.com/vocacional
Minha bênção fraterna.
Padre Luizinho - Com. Canção Nova
blog.cancaonova.com/padreluizinho
FORMAÇÃO
Por que o padre não se casa?
Celibato é uma entrega total e amorosa ao Reino de DeusA+A-Quando ouço alguém dizer ou mesmo me perguntar: “Por que padre não se casa?” Eu poderia repetir a pergunta de outro jeito: Por que você se casou ou por que você está solteiro? Por que você é professora ou advogado? Ou mãe de família? E assim por diante. Isso prova que toda vocação é um grande mistério entre Deus e o coração da pessoa por Ele convidada a abraçar um estado de vida. Não se esqueça que alguém pode ser feliz e realizado ou infeliz e triste pela escolha livre que fez. A vocação é assumida livremente e eu não fui obrigado a assumir o sacerdócio e o celibato.
O celibato não é uma castração nem uma proibição de casar ou outras coisas semelhantes. Celibato é uma entrega total e amorosa ao Reino de Deus e ao serviço do Seu povo. Neste estado de vida eu assumo e respondo livremente, pois a diferença não está tanto no exterior, mas está dentro de minha alma, foge de mim e de mim transborda.
Acredito que eu seja diferente somente pela escolha e pela consagração que Deus fez comigo, assim como você pode ser diferente naquilo que você é. Não posso negar: sou diferente de dentro para fora, sou consagrado, separado para ser todo de Deus, para ser todo das pessoas, da missão, da Igreja. O celibato não limita o meu amor, pelo contrário, alarga-o até o infinito; não me prende a ninguém, mas me deixa livre para todos. É um desafio, pois continuo exatamente como todo homem: com sentimentos, dificuldades e pecados também, mas eu abracei a escolha que fiz: “Estou no mundo, mas não sou do mundo, nem sou como todo o mundo”.
O nosso mundo precisa exatamente de mim assim diferente e talvez seja isso que incomode e ajude tanto as pessoas.
Você aceita ser diferente assumindo a vocação que abraçou?
Eu fui conquistado por amor e por amor continuo todos os dias deixando-me conquistar: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que escolhe a vós”. Vocação é um mistério que eu vou descobrindo todos os dias um pouco mais.
Peço a você a permissão de ter uma vocação diferente e nela ser realizado e feliz. Como existem casais, jovens, professores, domésticas, médicos felizes e realizados em sua vocação, eu sou feliz e realizado por ser sacerdote e celibatário. Que bom que todo o mundo não é igual e não tem a mesma vocação, a diferença enriquece a vida e o mundo.
Como sempre dizemos: “As diferenças não são barreiras, mas sim, riquezas”. O mais importante é ser coerente e verdadeiro na diferença que assumimos em nossa vida.
Parabéns por você ser diferente e feliz!
O que diz o Catecismo da Igreja Católica (CIC), número §1579: “Todos os ministros ordenados da Igreja latina, com exceção dos diáconos permanentes, normalmente são escolhidos entre os homens fiéis que vivem como celibatários e querem guardar o celibato "por causa do Reino dos Céus" (Mt 19,12). Chamados a consagrar-se com indiviso coração ao Senhor e a "cuidar das coisas do Senhor", entregam-se inteiramente a Deus e aos homens. O celibato é um sinal desta nova vida a serviço da qual o ministro da Igreja é consagrado; aceito com coração alegre, ele anuncia de modo radiante o Reino de Deus”.
CIC §1599: “Na Igreja latina, o sacramento da Ordem para o presbiterado normalmente é conferido apenas a candidatos que estão prontos a abraçar livremente o celibato e manifestam publicamente sua vontade de guardá-lo por amor do Reino de Deus e do serviço aos homens” (Cf. Catecismo da Igreja Católica, números 1579/1580).
O celibato não limita o meu amor, pelo contrário, alarga-o até o infinito, não me prende a ninguém, me deixa livre para todos.
Oração: Senhor da messe e pastor do rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos o teu forte e suave convite: “Vem e segue-me"! Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho e a generosidade para seguir a tua voz. Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta as nossas comunidades para a missão. Ensina a nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino, na vida consagrada e religiosa.
Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade dos nossos bispos, padres e ministros. Dá perseverança aos nossos seminaristas. Desperta o coração dos nossos jovens para o ministério pastoral na tua Igreja.
Senhor da messe e pastor do rebanho, chama-nos para o serviço do teu povo. Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder "sim". Amém
Deixe o seu comentário e seu testemunho sobre vocação Você já pensou nisso?
Quer saber mais sobre vocação Canção Nova acesse nossos contatos:
vocacao@cancaonova.com
blog.cancaonova.com/vocacional
Minha bênção fraterna.
Padre Luizinho - Com. Canção Nova
blog.cancaonova.com/padreluizinho
Celibato é uma entrega total e amorosa ao Reino de DeusA+A-Quando ouço alguém dizer ou mesmo me perguntar: “Por que padre não se casa?” Eu poderia repetir a pergunta de outro jeito: Por que você se casou ou por que você está solteiro? Por que você é professora ou advogado? Ou mãe de família? E assim por diante. Isso prova que toda vocação é um grande mistério entre Deus e o coração da pessoa por Ele convidada a abraçar um estado de vida. Não se esqueça que alguém pode ser feliz e realizado ou infeliz e triste pela escolha livre que fez. A vocação é assumida livremente e eu não fui obrigado a assumir o sacerdócio e o celibato.
O celibato não é uma castração nem uma proibição de casar ou outras coisas semelhantes. Celibato é uma entrega total e amorosa ao Reino de Deus e ao serviço do Seu povo. Neste estado de vida eu assumo e respondo livremente, pois a diferença não está tanto no exterior, mas está dentro de minha alma, foge de mim e de mim transborda.
Acredito que eu seja diferente somente pela escolha e pela consagração que Deus fez comigo, assim como você pode ser diferente naquilo que você é. Não posso negar: sou diferente de dentro para fora, sou consagrado, separado para ser todo de Deus, para ser todo das pessoas, da missão, da Igreja. O celibato não limita o meu amor, pelo contrário, alarga-o até o infinito; não me prende a ninguém, mas me deixa livre para todos. É um desafio, pois continuo exatamente como todo homem: com sentimentos, dificuldades e pecados também, mas eu abracei a escolha que fiz: “Estou no mundo, mas não sou do mundo, nem sou como todo o mundo”.
O nosso mundo precisa exatamente de mim assim diferente e talvez seja isso que incomode e ajude tanto as pessoas.
Você aceita ser diferente assumindo a vocação que abraçou?
Eu fui conquistado por amor e por amor continuo todos os dias deixando-me conquistar: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que escolhe a vós”. Vocação é um mistério que eu vou descobrindo todos os dias um pouco mais.
Peço a você a permissão de ter uma vocação diferente e nela ser realizado e feliz. Como existem casais, jovens, professores, domésticas, médicos felizes e realizados em sua vocação, eu sou feliz e realizado por ser sacerdote e celibatário. Que bom que todo o mundo não é igual e não tem a mesma vocação, a diferença enriquece a vida e o mundo.
Como sempre dizemos: “As diferenças não são barreiras, mas sim, riquezas”. O mais importante é ser coerente e verdadeiro na diferença que assumimos em nossa vida.
Parabéns por você ser diferente e feliz!
O que diz o Catecismo da Igreja Católica (CIC), número §1579: “Todos os ministros ordenados da Igreja latina, com exceção dos diáconos permanentes, normalmente são escolhidos entre os homens fiéis que vivem como celibatários e querem guardar o celibato "por causa do Reino dos Céus" (Mt 19,12). Chamados a consagrar-se com indiviso coração ao Senhor e a "cuidar das coisas do Senhor", entregam-se inteiramente a Deus e aos homens. O celibato é um sinal desta nova vida a serviço da qual o ministro da Igreja é consagrado; aceito com coração alegre, ele anuncia de modo radiante o Reino de Deus”.
CIC §1599: “Na Igreja latina, o sacramento da Ordem para o presbiterado normalmente é conferido apenas a candidatos que estão prontos a abraçar livremente o celibato e manifestam publicamente sua vontade de guardá-lo por amor do Reino de Deus e do serviço aos homens” (Cf. Catecismo da Igreja Católica, números 1579/1580).
O celibato não limita o meu amor, pelo contrário, alarga-o até o infinito, não me prende a ninguém, me deixa livre para todos.
Oração: Senhor da messe e pastor do rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos o teu forte e suave convite: “Vem e segue-me"! Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho e a generosidade para seguir a tua voz. Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta as nossas comunidades para a missão. Ensina a nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino, na vida consagrada e religiosa.
Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade dos nossos bispos, padres e ministros. Dá perseverança aos nossos seminaristas. Desperta o coração dos nossos jovens para o ministério pastoral na tua Igreja.
Senhor da messe e pastor do rebanho, chama-nos para o serviço do teu povo. Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder "sim". Amém
Deixe o seu comentário e seu testemunho sobre vocação Você já pensou nisso?
Quer saber mais sobre vocação Canção Nova acesse nossos contatos:
vocacao@cancaonova.com
blog.cancaonova.com/vocacional
Minha bênção fraterna.
Padre Luizinho - Com. Canção Nova
blog.cancaonova.com/padreluizinho
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)