quinta-feira, 27 de agosto de 2009

EVENTOS - NEVES CATÓLICA

MENSAGEM - O PODER DA ORAÇÃO




NA ORAÇÃO ENCONTRAMOS A PAZ QUE BUSCAMOS

Mensagem do Wellington Silva Jardim (Eto) no programa "Sorrindo pra Vida" da TV Canção Nova, nesta quinta-feira, dia 27 de agosto.


Eu quero convidar você para abrir a Palavra de Deus em:
(II Tessalonicenses 3,16-18).


O Senhor é fiel e nós precisamos buscar ser fiéis a Ele buscando o nosso amadurecimento espiritual. Não podemos parar no primeiro encontro, no qual nos empolgamos; é preciso solidificar a nossa fé em Jesus Cristo. Por essa razão, não podemos voltar aos lugares que antes eram a causa das nossas quedas. Não adianta querermos levar Jesus aos bares, por exemplo, porque o demônio está à espreita para nos fazer cair nas nossas fraquezas e tendências.
É preciso romper com as adulações e com os mimos, porque se os recebemos ou se damos não crescemos, não amadurecemos na fé, tampouco na missão confiada a nós pelo Senhor.



O diálogo com as pessoas que amamos sustenta a paz nas nossas famílias, é o próprio Deus que nos dá a sabedoria para conduzir os nossos relacionamentos na paz, porque Ele é a própria paz. Portanto, se ainda não há paz em nossas famílias é porque Jesus ainda não é o Senhor das nossas vidas. E quando não há paz, a nossa tendência é não amar nem perdoar.



Se estamos vivendo algum conflito não tem como reinar a paz. Muitas vezes, a raiz de todo o mal é a falta de humildade, pois é nossa tendência querer ser melhores do que os outros. Isso tira o Senhor do centro das nossas vidas, tiramos o senhorio d'Ele para dar lugar à nossa humanidade.



É na oração que a luz de Deus nos revela o que em nós precisa ser corrigido. Assim, a paz chega aos nossos corações e a nossa missão cresce com raízes profundas e fortes porque o próprio Jesus é quem nos orienta e nos dá a paz.





Wellington Silva Jardim (Eto)
Administrador da Fundação João Paulo II


Transcrição e adaptação: Célia Grego

FONTE: Canção Nova

EM DIA





Quinta-Feira, 27 de agosto 2009
Com nossa decisão, o querer de Deus acontece
Deus quer produzir uma geração de homens e mulheres novos. Sabendo disso, o demônio quer exterminar a riqueza da humanidade: a nossa juventude. Ele quer exterminá-la mediante o sexo desregrado, a bebida, as drogas e as consequências todas que vêm daí.

Talvez você tenha entrado por esses caminhos errados. Volte! Faça uma boa confissão. Recomece tudo de novo. Você é capaz de permanecer na graça de Deus. É necessário ser coerente. O Senhor lhe dará forças para superar, mas é preciso força de vontade: decisão. Isso cabe a você.

Para que aconteça o sacramento da Eucaristia, precisamos colocar o pão, o vinho e a palavra do sacerdote: esta é a nossa parte. Se não a fizermos, o Espírito Santo não tem como realizá-la [Eucaristia]. Somente quando o padre proclama as palavras da consagração é que o Espírito Santo pode entrar em ação e realizar o milagre da Eucaristia.

É isso que acontece no nosso caminho de santificação: quando você coloca a sua decisão, o Senhor vem e coloca o Seu poder. Deus Pai não quer fazer nada sozinho, e nós não conseguimos fazer nada sozinhos. É preciso unir os dois elementos desta jornada maravilhosa: o querer do Criador com a nossa decisão.

O Todo-poderoso quer fazer de nós sementes de uma nova geração. Se entramos com nossa decisão, o querer de Deus acontece.

Sem a nossa parte, nada acontecerá. Deus quer. Você decide.

Deus o abençoe!

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

FONTE: Canção Nova

MENSAGEM DO DIA




NÃO EXISTE FÉ SEM AMOR E NEM AMOR SEM OBRAS


Esta imagem nos faz refletir o porque da existência do sofrimento e da dor. Jesus disse a um dos Apóstolos que sempre iria existir pobres neste mundo, porque sabe que nós não faríamos nada por eles. Jesus conhece as nossas intenções, e sabia que cuidaríamos somente das nossas necessidades. Porque somos assim tão submissos às dificuldades dos outros? Porque sentimos somente pena ao tomar conhecimento desta dura e triste realidade? Porque achamos que somente os outros precisam tomar a iniciativa de mostrar a misericórdia? Porque olhamos e nada fazemos? A única e real resposta é: Porque ainda não acreditamos que é neste pobre que Jesus está vivo! Que é nesse menino que Ele está clamando por nós! Que é neste sofrimento e nesta dor que Ele está a procura de uma alma, para fazer dela a Sua morada!
A OBRA É ESTA: encontrar Jesus! O serviço está no dom de cada um.

Carlos - Comunidade Católica Pedras Vivas

SANTO DO DIA



SANTA MÔNICA



Neste dia, celebramos a memória desta grande santa, que nos provou com sua vida que realmente "tudo pode ser mudado pela força da oração." Santa Mônica nasceu no norte da África, em Tagaste, no ano 332, numa família cristã que lhe entregou – segundo o costume da época e local – como esposa de um jovem chamado Patrício.

Como cristã exemplar que era, Mônica preocupava-se com a conversão de sua família, por isso se consumiu na oração pelo esposo violento, rude, pagão e, principalmente, pelo filho mais velho, Agostinho, que vivia nos vícios e pecado. A história nos testemunha as inúmeras preces, ultrajes e sofrimentos por que Santa Mônica passou para ver a conversão e o batismo, tanto de seu esposo, quanto daquele que lhe mereceu o conselho: "Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas".

Santa Mônica tinha três filhos. E passou a interceder, de forma especial, por Agostinho, dotado de muita inteligência e uma inquieta busca da verdade, o que fez com que resolvesse procurar as respostas e a felicidade fora da Igreja de Cristo. Por isso se envolveu em meias verdades e muitas mentiras. Contudo, a mãe, fervorosa e fiel, nunca deixou de interceder com amor e ardor, durante 33 anos, e antes de morrer, em 387, ela mesma disse ao filho, já convertido e cristão: "Uma única coisa me fazia desejar viver ainda um pouco, ver-te cristão antes de morrer".

Por esta razão, o filho Santo Agostinho, que se tornara Bispo e doutor da Igreja, pôde escrever: "Ela me gerou seja na sua carne para que eu viesse à luz do tempo, seja com o seu coração para que eu nascesse à luz da eternidade".


Santa Mônica, rogai por nós!

FONTE: Canção Nova



EMPREGADO FIEL E EMPREGADO INFIEL Mt 24,42-51


Postado por: Padre Bantu Mendonça K. Sayla
agosto 27th, 2009



Este texto de Mateus é a conclusão do “discurso escatológico”, sobre o fim dos tempos. Este “discurso” é uma coleção de textos que se constituíram como tradição das comunidades de discípulos de Jesus. Tais textos escatológicos estão presentes, também, nos evangelhos de Marcos e Lucas. No de hoje, encontramos os temas da vigilância e do julgamento final, com a condenação de alguns em contraposição à salvação de outros. Esta visão escatológica tem origem no Primeiro Testamento, em que prevalece a figura do Deus poderoso e punitivo. O estímulo à ação é o temor. Com a revelação do Deus de amor, em Jesus, predomina a perspectiva da sedução pela ternura e mansidão do coração. Com a encarnação, realiza-se a presença do Deus de amor no tempo presente.

Trazemos dentro de nós um desejo e um anseio de eternidade. Por isso nos confundimos achando que permaneceremos para sempre instalados aqui neste mundo. Jesus nos exorta para que fiquemos vigilantes quanto ao fato da brevidade da nossa vida. Na verdade, estamos aqui apenas estagiando e necessitamos ter consciência do valor do nosso tempo e das descobertas que, a todo o momento, nós fazemos em relação ao projeto de Deus para bem vivermos a nossa existência terrena. Por isso, precisamos então todos os dias pesar, medir e contar os nossos atos, as nossas intenções, pedindo ao Senhor graças para que sejamos encontrados no nosso posto quando Jesus voltar. Nunca chegará o dia em que nós poderemos descansar e nos refestelar achando que já cumprimos toda a nossa missão. A cada dia o Senhor nos mostra algo novo para vivenciarmos e nos renova a fim de que possamos assumir a obra que Ele nos destinou. O nosso compromisso com Deus é em relação ao nosso irmão e o amor que vivermos será o parâmetro da fidelidade da nossa vida. “Por isso, também, fiquemos preparados,” porque é esta a mensagem do Senhor hoje para nós!

Você costuma se perturbar quando lhe falam da morte? Você tem desejo de eternidade? Será que seria bom viver somente aqui para esta vida: o que você acha disso? Você é vigilante? O que você espera do seu futuro? O que você acha que Deus ainda vai entregar a você, como compromisso?

Lembre-se! Para nós cristãos a vigilância tem um novo sentido. É estar atento às necessidades dos irmãos, particularmente os mais carentes, na busca da justiça. No serviço e na partilha da vida, entra-se em comunhão com o próprio Jesus, hoje presente entre os irmãos. Hoje temos duas parábolas na forma comparativa, exortando à vigilância. A motivação é a expectativa da volta do Senhor. Enquanto é aguardada esta volta deve-se vigiar, para não ser pego de surpresa. Esta expectativa da “volta do Senhor” foi se frustrando com o tempo, dando lugar à visão mais realista do encontro com Jesus, já presente entre nós, no nosso próximo e irmão, principalmente nos mais carentes e necessitados. Vigiar é estar atento à vontade do Pai que quer que todos sejam um, sem privilegiados e excluídos. Temos aqui um texto típico de Mateus sobre o fim dos tempos. E por isso, devemos estar sensível, ou seja, atentos às necessidades de nossos irmãos, sobretudo os mais simples, humildes e excluídos, de modo a assumirmos o serviço como realização pessoal e partilha da vida para com eles, a fim de que eles nos venham a receber no reino dos Céus.

Pai, faça de mim um servo fiel e prudente, disposto a pautar toda a vida pelos ensinamentos de teu Filho Jesus. Que eu jamais seja insensato!

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FONTE: Canção Nova

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

JERUSALÉM, onde Jesus instaurou o Reino de Deus




Foto enviada por Dydy, amigo e missionário da Canção Nova, em Jerusalém.