APRESENTAÇÃO DO SENHOR
Postado por: homilia
fevereiro 2nd, 2010
A presente festa, ainda imbuída do espírito de Natal, encena a apresentação de Jesus ao Senhor Deus (Evangelho), conforme prescrevia a lei judaica para os primogênitos masculinos (cf. Ex 13,11-16). ( Nos tempos pré-históricos, a consagração do primogênito pode até ter sido um sacrifício humano; o episódio do sacrifício de Issac mostra que a religião abraâmica teve de abolir o sacrifício dos primogênitos). Na lei de Moisés o primogênito masculino “pertence ao Senhor”, mas pode ser resgatado mediante um sacrifício, originariamente um cordeiro ou, no tempo de Jesus, um pagamento de cinco moedas de prata.
A apresentação da criança ao santuário era facultativa; quem o faz dá prova de ser judeu “piedoso”. A apresentação, no caso de Jesus, se realizou no quadragésimo dia, coincidindo com a apresentação da mãe, igualmente uma instituição antiquíssima (cf. Lv 12,1-8). O sacrifício da purificação era um cordeiro de um ano, e uma rola ou pombinho em sacrifício “pelo pecado” - mancha, impureza ritual do sangue. No caso de pessoas podia ser substituído por um par de rolas ou pombinhos. É o que Maria ofereceu.
Na ocasião desta apresentação e purificação, um piedoso ancião profetiza o papel messiânico de Jesus, atribuindo-Lhe os títulos “luz das nações” e “glória de Israel”: Ele é o salvador dos pagãos e do povo de Israel, concebido conforme a ideia de que Israel seria o centro a partir do qual brilhasse a glória para iluminar as nações.
O templo, habitação do Senhor, ocupa, nesta apresentação, um lugar central. Por isso, a primeira leitura é o texto de Ml 3, que descreve a visão escatológica da visita de Deus a Seu templo. No deserto, o Senhor descia à Tenda da Aliança, na nuvem. No tempo messiânico – assim espera o profeta - sua presença já não estará envolta em nuvem: seria a glória manifesta, iluminando o mundo a partir do templo. Para Lucas, a existência de Jesus é a realização desta visita.
Além desse augúrio messiânico, o mesmo Simeão anuncia também que a existência de Jesus será um sinal de contradição e uma espada há de atravessar o coração de Sua mãe. Em redor d’Ele se manifestarão os pensamentos profundos dos corações humanos; por causa d’Ele os homens hão de se dividir em pró e contra.
A segunda leitura insiste no fato de que Jesus assumiu plenamente nossa humanidade. Por Seu esvaziamento na encarnação e no sofrimento, o Filho de Deus cumpriu a vontade do Pai, que assim quis conduzir muitos filhos à glória. Assumindo nossa existência e morte, Jesus tornou-se o sumo sacerdote fiel e misericordioso, aquele que santifica nossa existência e reconcilia nossos pecados. Já éramos filhos de Deus, mas agora o somos de modo renovado, puro, porque o Filho, que é o santo, nos fez entrar na comunhão com o Pai.
Peçamos a graça, nesta festa, de nos deixarmos levar pela Mãe de Deus – que também é nossa mãe – até o Coração de seu Filho Jesus. Ao apresentar Jesus no templo, Maria nos apresenta com tudo o que temos e somos.
Padre Pacheco
Comunidade Canção Nova
FONTE: Canção Nova
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
SANTO DO DIA
SÃO CORNÉLIO
2 de fevereiro
Encontramos, nos Atos dos Apóstolos, este exemplo de entrega. No capítulo 10, nós assim ouvimos da Palavra de Deus: “Havia em Cesaréia um homem por nome Cornélio. Centurião da corte que se chamava Itálica, era religioso; ele e todos de sua casa eram tementes a Deus. Dava muitas esmolas ao povo e orava constantemente” (At 10,1-2).
Diante dessa espiritualidade que Cornélio possuía, Deus o visitou por meio de um anjo, que lhe indicou São Pedro. Este, que também teve uma visão, foi à casa de Cornélio. Foi aí que aconteceu a abertura da Igreja para a evangelização dos pagãos, dos estrangeiros. No outro dia, Pedro chegou em Cesaréia. Cornélio o estava esperando, tendo convidado seus parentes e amigos mais íntimos.
Não somente ele queria encontrar-se com o Senhor, como também queria o mesmo para todos os seus parentes e amigos. Cornélio ouviu da boca do primeiro Papa da Igreja: “Deus me mostrou que nenhum homem deve ser considerado profano ou impuro” (At 10,28). Assim, São Pedro começou a evangelizar e, de repente, no versículo 44: “Estando Pedro, ainda a falar, o Espírito Santo desceu sobre todos que ouviam a (santa) Palavra. Os fiéis da circuncisão, que tinham vindo com Pedro, profundamente se admiraram vendo que o dom do Espírito Santo era derramado também sobre os pagãos; pois eles os ouviam falar em outras línguas e glorificar a Deus. Então Pedro tomou a palavra: 'Porventura pode-se negar a água do batismo a estes que receberam o Espírito Santo como nós? E mandou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Rogaram-lhe então que ficasse com eles por alguns dias” (At 10,44-48).
São Cornélio tornou-se o primeiro bispo em Cesaréia. Homem religioso e de oração, Deus pôde contar com ele para a maravilhosa obra que chega até nós nos dias de hoje. Pela docilidade de muitos, como São Cornélio, o Santo Evangelho se faz presente em nosso meio.
Peçamos a intercessão de São Cornélio para que busquemos cada vez mais o Senhor.
São Cornélio, rogai por nós!
FONTE: Canção Nova
2 de fevereiro
Encontramos, nos Atos dos Apóstolos, este exemplo de entrega. No capítulo 10, nós assim ouvimos da Palavra de Deus: “Havia em Cesaréia um homem por nome Cornélio. Centurião da corte que se chamava Itálica, era religioso; ele e todos de sua casa eram tementes a Deus. Dava muitas esmolas ao povo e orava constantemente” (At 10,1-2).
Diante dessa espiritualidade que Cornélio possuía, Deus o visitou por meio de um anjo, que lhe indicou São Pedro. Este, que também teve uma visão, foi à casa de Cornélio. Foi aí que aconteceu a abertura da Igreja para a evangelização dos pagãos, dos estrangeiros. No outro dia, Pedro chegou em Cesaréia. Cornélio o estava esperando, tendo convidado seus parentes e amigos mais íntimos.
Não somente ele queria encontrar-se com o Senhor, como também queria o mesmo para todos os seus parentes e amigos. Cornélio ouviu da boca do primeiro Papa da Igreja: “Deus me mostrou que nenhum homem deve ser considerado profano ou impuro” (At 10,28). Assim, São Pedro começou a evangelizar e, de repente, no versículo 44: “Estando Pedro, ainda a falar, o Espírito Santo desceu sobre todos que ouviam a (santa) Palavra. Os fiéis da circuncisão, que tinham vindo com Pedro, profundamente se admiraram vendo que o dom do Espírito Santo era derramado também sobre os pagãos; pois eles os ouviam falar em outras línguas e glorificar a Deus. Então Pedro tomou a palavra: 'Porventura pode-se negar a água do batismo a estes que receberam o Espírito Santo como nós? E mandou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Rogaram-lhe então que ficasse com eles por alguns dias” (At 10,44-48).
São Cornélio tornou-se o primeiro bispo em Cesaréia. Homem religioso e de oração, Deus pôde contar com ele para a maravilhosa obra que chega até nós nos dias de hoje. Pela docilidade de muitos, como São Cornélio, o Santo Evangelho se faz presente em nosso meio.
Peçamos a intercessão de São Cornélio para que busquemos cada vez mais o Senhor.
São Cornélio, rogai por nós!
FONTE: Canção Nova
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
ÂNGELUS

CARIDADE É DISTINTIVO DOS CRISTÃOS, DESTACA BENTO XVI
"A caridade é o distintivo do cristão. É a síntese de toda a sua vida: do que acredita e do que faz". Foi o que disse o Papa Bento XVI no Angelus deste domingo, 31, ao recordar que "o caminho da perfeição não consiste em possuir qualidades excepcionais: falar línguas novas, conhecer todos os mistérios, ter uma fé prodigiosa ou realizar gestos heróicos. (...) Consiste ao invés na caridade – ágape – isto é no amor autêntico, que Deus nos revelou em Jesus Cristo".
O Santo Padre disse ainda que a caridade é o "dom maior", que dá valor a todos os demais, e mesmo assim "não se vangloria, não se enche de orgulho", ao contrário, "se regozija com a verdade" e com o bem dos outros. Quem ama verdadeiramente "não busca o próprio interesse", "não leva em consideração o mal recebido", "tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta". (cfr 1 Cor 13,4-7).
Quando finalmente nos encontrarmos "face a face com Deus, todos os demais dons não contarão; o único que permanecerá eterno será a caridade, porque Deus é amor e nós seremos semelhantes a Ele, em comunhão perfeita com Ele", acrescentou.
A este propósito, Bento XVI recordou ter dedicado sua primeira Encíclica “Deus caritas est” ao tema da Caridade.
"Como vocês podem recordar essa Encíclica se compõe de duas partes, que correspondem aos dois aspectos da caridade: o seu significado e a sua atuação prática. O amor é a essência de Deus mesmo, é o sentido da criação e da história, é a luz que dá bondade e beleza à existência de cada homem. (...) Ao mesmo tempo, o amor é, por assim dizer, o estilo de Deus e do homem que crê, é o comportamento de quem, respondendo ao amor de Deus, assenta a sua vida como dom de si a Deus e ao próximo".
Em Jesus Cristo – continuou o Papa - "esses dois aspectos formam uma perfeita unidade: Ele é o Amor encarnado. Este Amor nos é revelado plenamente no Cristo crucificado. Fixando o olhar n’Ele, podemos dizer como o apóstolo João. 'Nós reconhecemos o amor que Deus tem por nós e acreditamos'".
Bento XVI concluiu sua reflexão antes da oração do Angelus afirmando que "se pensarmos nos Santos, reconheceremos a variedade dos seus dons espirituais, e também das suas características humanas. Mas a vida de cada um deles é um hino à caridade, um canto vivente ao amor de Deus".
Em seguida Bento XVI rezou o Angelus e concedeu a todos sua Benção Apostólica. Como é costume, todos os anos no fim do mês de janeiro, Bento XVI acolheu na janela do seu escritório na Residência Apostólica dois adolescentes membros a Ação Católica Italiana que junto com ele soltaram duas pombas como tradicional sinal da paz.
Um dos adolescentes leu ao Papa uma mensagem dedicada ao tema da paz. Na Praça São Pedro, sob um chuva fina, estava presente, além dos jovens da Ação Católica da diocese de Roma, o cardeal-vigário Agostino Vallini. Momentos antes todos participaram pelas ruas de Roma da anual “Caravana da Paz”.
O Papa saudou-lhes e agradeceu-lhes pela presença, sublinhando que com a “Caravana da Paz” e com o símbolo das pombas que foram libertadas da sua janela, os jovens dão a todos “um sinal de esperança”.
Doentes de lepra
Antes de saudar os fiéis presentes na Praça São Pedro em várias línguas, Bento XVI recordou que neste último domingo de janeiro celebra-se o Dia Mundial dos Doentes de Lepra. O pensamento do Papa dirigiu-se ao Padre Damião de Veuster, que deu a sua vida pelos irmãos e irmãs leprosos e que o Pontífice proclamou santo no último mês de outubro.
O Papa confiou à sua celeste proteção todas as pessoas que infelizmente hoje sofrem por causa dessa doença, como também os agentes de saúde e os voluntários que trabalham para que possa existir um mundo sem a lepra. Bento XVI fez ainda uma saudação especial aos membros da Associação Italiana Amigos de Raoul Follereau.
Paz na Terra Santa e Crise econômica
Celebra-se ainda neste domingo o segundo “Dia de Intercessão pela Paz na Terra Santa”, e o Santo Padre recordou a ocasião. “Em comunhão com o Patriarca Latino de Jerusalém e com o Custódio da Terra Santa, uno-me espiritualmente à oração de tantos cristãos de todas as partes do mundo, enquanto saúdo de coração todos aqueles que estão aqui presentes para essa ocasião”.
O Santo Padre não deixou de recordar que a crise econômica está causando a perda de números empregos e essa situação requer grande sentido de responsabilidade da parte de todos: empresários, trabalhadores, governantes. Bento XVI citou então algumas realidades italianas como Termini Imerese e Portovesme, associando-se ao apelo feito pela Conferência Episcopal Italiana, que encoraja a fazer todo o possível para tutelar e fazer crescer o número de empregos, assegurando assim um trabalho digno e adequado para o sustento das famílias.
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FONTE: Canção Nova
LITURGIA DO DIA
LITURGIA DIÁRIA
Primeira leitura: 2Sm 15,13-14.30;16,5-13a - Salmo: Sl 3 - Evangelho: Mc 5,1-20
Primeira leitura: 2Sm 15,13-14.30;16,5-13a - Salmo: Sl 3 - Evangelho: Mc 5,1-20
LITURGIA DIÁRIA
EVANGELHO (Mc 5,1-20)
Segunda-Feira, 1 de Fevereiro de 2010
4ª Semana Comum
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1Jesus e seus discípulos chegaram à outra margem do mar, na região dos gerasenos. 2Logo que saiu da barca, um homem possuído por um espírito impuro, saindo de um cemitério, foi a seu encontro.
3Esse homem morava no meio dos túmulos e ninguém conseguia amarrá-lo, nem mesmo com correntes. 4Muitas vezes tinha sido amarrado com algemas e correntes, mas ele arrebentava as correntes e quebrava as algemas. E ninguém era capaz de dominá-lo.
5Dia e noite ele vagava entre os túmulos e pelos montes, gritando e ferindo-se com pedras. 6Vendo Jesus de longe, o endemoninhado correu, caiu de joelhos diante dele 7e gritou bem alto: “Que tens a ver comigo, Jesus, Filho do Deus altíssimo? Eu te conjuro por Deus, não me atormentes!” 8Com efeito, Jesus lhe dizia: “Espírito impuro, sai desse homem!” 9Então Jesus perguntou: “Qual é o teu nome?” O homem respondeu: “Meu nome é ‘Legião’, porque somos muitos”. 10E pedia com insistência para que Jesus não o expulsasse da região.
11Havia aí perto uma grande manada de porcos, pastando na montanha. 12O espírito impuro suplicou, então: “Manda-nos para os porcos, para que entremos neles”. 13Jesus permitiu. Os espíritos impuros saíram do homem e entraram nos porcos. E toda a manada — mais ou menos uns dois mil porcos — atirou-se monte abaixo para dentro do mar, onde se afogou. 14Os homens que guardavam os porcos saíram correndo e espalharam a notícia na cidade e nos campos. E as pessoas foram ver o que havia acontecido. 15Elas foram até Jesus e viram o endemoninhado sentado, vestido e no seu perfeito juízo, aquele mesmo que antes estava possuído por Legião. E ficaram com medo.
16Os que tinham presenciado o fato explicaram-lhes o que havia acontecido com o endemoninhado e com os porcos. 17Então começaram a pedir que Jesus fosse embora da região deles. 18Enquanto Jesus entrava de novo na barca, o homem que tinha sido endemoninhado pediu-lhe que o deixasse ficar com ele. 19Jesus, porém, não permitiu. Entretanto, lhe disse: “Vai para casa, para junto dos teus e anuncia-lhes tudo o que o Senhor, em sua misericórdia, fez por ti”. 20E o homem foi embora e começou a pregar na Decápole tudo o que Jesus tinha feito por ele. E todos ficavam admirados.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
FONTE: Canção Nova
Segunda-Feira, 1 de Fevereiro de 2010
4ª Semana Comum
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1Jesus e seus discípulos chegaram à outra margem do mar, na região dos gerasenos. 2Logo que saiu da barca, um homem possuído por um espírito impuro, saindo de um cemitério, foi a seu encontro.
3Esse homem morava no meio dos túmulos e ninguém conseguia amarrá-lo, nem mesmo com correntes. 4Muitas vezes tinha sido amarrado com algemas e correntes, mas ele arrebentava as correntes e quebrava as algemas. E ninguém era capaz de dominá-lo.
5Dia e noite ele vagava entre os túmulos e pelos montes, gritando e ferindo-se com pedras. 6Vendo Jesus de longe, o endemoninhado correu, caiu de joelhos diante dele 7e gritou bem alto: “Que tens a ver comigo, Jesus, Filho do Deus altíssimo? Eu te conjuro por Deus, não me atormentes!” 8Com efeito, Jesus lhe dizia: “Espírito impuro, sai desse homem!” 9Então Jesus perguntou: “Qual é o teu nome?” O homem respondeu: “Meu nome é ‘Legião’, porque somos muitos”. 10E pedia com insistência para que Jesus não o expulsasse da região.
11Havia aí perto uma grande manada de porcos, pastando na montanha. 12O espírito impuro suplicou, então: “Manda-nos para os porcos, para que entremos neles”. 13Jesus permitiu. Os espíritos impuros saíram do homem e entraram nos porcos. E toda a manada — mais ou menos uns dois mil porcos — atirou-se monte abaixo para dentro do mar, onde se afogou. 14Os homens que guardavam os porcos saíram correndo e espalharam a notícia na cidade e nos campos. E as pessoas foram ver o que havia acontecido. 15Elas foram até Jesus e viram o endemoninhado sentado, vestido e no seu perfeito juízo, aquele mesmo que antes estava possuído por Legião. E ficaram com medo.
16Os que tinham presenciado o fato explicaram-lhes o que havia acontecido com o endemoninhado e com os porcos. 17Então começaram a pedir que Jesus fosse embora da região deles. 18Enquanto Jesus entrava de novo na barca, o homem que tinha sido endemoninhado pediu-lhe que o deixasse ficar com ele. 19Jesus, porém, não permitiu. Entretanto, lhe disse: “Vai para casa, para junto dos teus e anuncia-lhes tudo o que o Senhor, em sua misericórdia, fez por ti”. 20E o homem foi embora e começou a pregar na Decápole tudo o que Jesus tinha feito por ele. E todos ficavam admirados.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
FONTE: Canção Nova
LITURGIA DIÁRIA - HOMILIA
VAI PARA CASA, PARA JUNTO DOS TEUS...!
Postado por: homilia
fevereiro 1st, 2010
A Palavra do Senhor, neste dia, a partir do Evangelho de São Marcos, vem nos apresentar – muito mais que um jovem possesso – a história daquilo que estamos tocando em nossa sociedade e, infelizmente, no interior de nossas famílias, no interior da nossa vida.
São Marcos não menciona o nome deste jovem, mas, nas entrelinhas dessa passagem bíblica, nós conseguimos perceber o nome dele. Qual o seu nome? Sim, este jovem é cada um de nós. Para não dramatizar, vamos meditar para que possamos compreender.
A cadeia que nos prende chama-se pecado; as correias nada mais são que os pecados em nós; quando nos encontramos longe de Deus a sensação é de morte, de não vida; tudo na nossa volta parece um cemitério, ou seja, um grande ambiente de não vida. Se nós analisarmos aquelas pessoas que sofrem do mal da dependência química, da prostituição, dos vícios, por exemplo, perceberemos que são pessoas que vivem submetidas ao pecado e seus ambientes de vida são aqueles lugares mais exclusos da sociedade, os mais medonhos, os mais sujos…
Jesus não tem medo de ir até aquelas realidades mais dramáticas da nossa vida. Quando o Senhor chega, quando a Luz chega, as trevas passam a não existir mais.
Cristo pergunta o nome do demônio que adormenta aquele jovem; o demônio dá o nome de legião, pois não é um, mas são muitos. Aí entendemos o salmista quando diz que um abismo atrai outro abismo ao fragor das cascatas. Para dizer que, pecado gera pecado; aquilo que começa simples, de forma inofensiva – aparentemente – vai tomando proporção na nossa vida, a ponto de não mais conseguirmos administrá-la sem uma profunda intervenção de Deus em nós.
O diabo reconhece que Jesus é o Filho do Deus Altíssimo. E nós? Reconhecemos que Cristo é o Filho do Deus Altíssimo? Tomara que sim! Se O reconhecêssemos o pecado não teria “tanta força” em nós. Aliás, tenho me convencido, cada vez mais, de que o pecado não possui nenhuma força capaz de invadir e ocupar o nosso coração; o pecado entra em nós, porque encontra espaço vago, vazio, em nosso coração; e este espaço acontece quando deixamos de fazer o bem. Quanto mais fizermos o bem, tanto menos espaço vazio existirá em mosso coração. O maior bem que podemos fazer para nós mesmos é mergulharmos a nossa vida em Deus, na Sua Palavra; é sermos inteiramente de Deus.
Após a libertação desse jovem acontece uma das coisas mais maravilhosas que já percebi em Jesus: o tal jovem encontra-se calmo; volta à sua vida normalmente; volta ao convívio com os seus; passa a fazer parte, novamente, do convívio social; enfim, ele está curado, liberto, restaurado pela graça e misericórdia de Deus. No entanto, o Senhor resolve sair daquela região para prosseguir Seu caminho de levar a Boa Nova do Reino aos demais. Quando Cristo subia para a barca veio o jovem que tinha sido possesso e pediu-Lhe permissão para acompanhá-Lo. Jesus não o admitiu, mas disse-lhe: “Vai para casa, para junto dos teus e anuncia-lhes tudo o que o Senhor fez por ti, e como se compadeceu de ti.”
Que espetáculo! Jesus, muito mais que refutar o seguimento de uma pessoa, quer que venhamos a saborear a verdadeira liberdade dada por Ele; Cristo queria daquele jovem, e quer de cada um de nós, que venhamos a saborear a liberdade dada por Deus. Nunca, é claro, confundir liberdade com libertinagem. Jesus não permitiu que o jovem trocasse uma escravidão pela outra, ou seja, a escravidão do pecado pela escravidão – que podemos transformar – da religião vivida de forma errada. Ele é taxativo: vai primeiro evangelizar os da tua casa! Vai testemunhar em obras e palavras as maravilhas que Deus fez em você! Evangelizar os de fora é fácil; difícil é evangelizar os de dentro da nossa casa, os da nossa família, aqueles que trabalham e convivem conosco.
Jesus nos visita, quer nos libertar e nos conduzir à verdadeira liberdade para que possamos nos realizar plenamente em nossa vida: esta realização está em levarmos o Evangelho, a começar pelos nossos.
Padre Marcos Pacheco
Comunidade Canção Nova
FONTE: Canção Nova
Postado por: homilia
fevereiro 1st, 2010
A Palavra do Senhor, neste dia, a partir do Evangelho de São Marcos, vem nos apresentar – muito mais que um jovem possesso – a história daquilo que estamos tocando em nossa sociedade e, infelizmente, no interior de nossas famílias, no interior da nossa vida.
São Marcos não menciona o nome deste jovem, mas, nas entrelinhas dessa passagem bíblica, nós conseguimos perceber o nome dele. Qual o seu nome? Sim, este jovem é cada um de nós. Para não dramatizar, vamos meditar para que possamos compreender.
A cadeia que nos prende chama-se pecado; as correias nada mais são que os pecados em nós; quando nos encontramos longe de Deus a sensação é de morte, de não vida; tudo na nossa volta parece um cemitério, ou seja, um grande ambiente de não vida. Se nós analisarmos aquelas pessoas que sofrem do mal da dependência química, da prostituição, dos vícios, por exemplo, perceberemos que são pessoas que vivem submetidas ao pecado e seus ambientes de vida são aqueles lugares mais exclusos da sociedade, os mais medonhos, os mais sujos…
Jesus não tem medo de ir até aquelas realidades mais dramáticas da nossa vida. Quando o Senhor chega, quando a Luz chega, as trevas passam a não existir mais.
Cristo pergunta o nome do demônio que adormenta aquele jovem; o demônio dá o nome de legião, pois não é um, mas são muitos. Aí entendemos o salmista quando diz que um abismo atrai outro abismo ao fragor das cascatas. Para dizer que, pecado gera pecado; aquilo que começa simples, de forma inofensiva – aparentemente – vai tomando proporção na nossa vida, a ponto de não mais conseguirmos administrá-la sem uma profunda intervenção de Deus em nós.
O diabo reconhece que Jesus é o Filho do Deus Altíssimo. E nós? Reconhecemos que Cristo é o Filho do Deus Altíssimo? Tomara que sim! Se O reconhecêssemos o pecado não teria “tanta força” em nós. Aliás, tenho me convencido, cada vez mais, de que o pecado não possui nenhuma força capaz de invadir e ocupar o nosso coração; o pecado entra em nós, porque encontra espaço vago, vazio, em nosso coração; e este espaço acontece quando deixamos de fazer o bem. Quanto mais fizermos o bem, tanto menos espaço vazio existirá em mosso coração. O maior bem que podemos fazer para nós mesmos é mergulharmos a nossa vida em Deus, na Sua Palavra; é sermos inteiramente de Deus.
Após a libertação desse jovem acontece uma das coisas mais maravilhosas que já percebi em Jesus: o tal jovem encontra-se calmo; volta à sua vida normalmente; volta ao convívio com os seus; passa a fazer parte, novamente, do convívio social; enfim, ele está curado, liberto, restaurado pela graça e misericórdia de Deus. No entanto, o Senhor resolve sair daquela região para prosseguir Seu caminho de levar a Boa Nova do Reino aos demais. Quando Cristo subia para a barca veio o jovem que tinha sido possesso e pediu-Lhe permissão para acompanhá-Lo. Jesus não o admitiu, mas disse-lhe: “Vai para casa, para junto dos teus e anuncia-lhes tudo o que o Senhor fez por ti, e como se compadeceu de ti.”
Que espetáculo! Jesus, muito mais que refutar o seguimento de uma pessoa, quer que venhamos a saborear a verdadeira liberdade dada por Ele; Cristo queria daquele jovem, e quer de cada um de nós, que venhamos a saborear a liberdade dada por Deus. Nunca, é claro, confundir liberdade com libertinagem. Jesus não permitiu que o jovem trocasse uma escravidão pela outra, ou seja, a escravidão do pecado pela escravidão – que podemos transformar – da religião vivida de forma errada. Ele é taxativo: vai primeiro evangelizar os da tua casa! Vai testemunhar em obras e palavras as maravilhas que Deus fez em você! Evangelizar os de fora é fácil; difícil é evangelizar os de dentro da nossa casa, os da nossa família, aqueles que trabalham e convivem conosco.
Jesus nos visita, quer nos libertar e nos conduzir à verdadeira liberdade para que possamos nos realizar plenamente em nossa vida: esta realização está em levarmos o Evangelho, a começar pelos nossos.
Padre Marcos Pacheco
Comunidade Canção Nova
FONTE: Canção Nova
SANTO DO DIA
SANTA VERIDIANA
01 de fevereiro
Nasceu em Florença, em 1182, numa família nobre que respeitava as opções de Veridiana com relação a Deus. Ela trabalhou com um tio comerciante e o ajudou a administrar seus negócios, mas percebeu que sua vocação era muito mais do que administrar; era deixar que o próprio Deus cuidasse dela e de sua história.
Jovem de oração, de penitência e contemplação, priorizou a vontade do Senhor, por isso chegou a um ponto em que deixou tudo para seguir a vontade de Deus, trabalhando e servindo-O por meio dos pobres e peregrinos.
Na época em que administrava o comércio do tio, já ajudava os pobres. Mas, agora, ela se doava para os seus irmãos mais necessitados. Ficou gravemente ferida, quando, ao fazer uma peregrinação pelos túmulos de São Pedro e São Paulo, foi a pé e descalça pedindo esmolas. Santa Veridiana ofereceu todos esses seus sacrifícios pela conversão das pessoas.
Uma mulher possuída pelo Espírito Santo, foi dócil à vontade de Deus e viveu o restante de sua vida acamada, enferma, oferecendo-se ao Senhor, aconselhando muitas pessoas e intercedendo por todos. Seus alimentos eram pão e água.
Mulher penitente e feliz, viveu até os 60 anos de idade consumindo-se de amor a Deus para o bem dos irmãos.
Santa Veridiana, neste tempo marcado pelo hedonismo e pela busca desenfreada por prazeres, nos aponta, denuncia que não é este o caminho da felicidade, mas apenas um: Nosso Senhor Jesus Cristo.
Peça a intercessão dessa santa para que todos possam, na oração, na penitência, na doação ao irmão, encontrarmos a verdadeira felicidade.
Santa Veridiana, rogai por nós!
FONTE: Canção Nova
01 de fevereiro
Nasceu em Florença, em 1182, numa família nobre que respeitava as opções de Veridiana com relação a Deus. Ela trabalhou com um tio comerciante e o ajudou a administrar seus negócios, mas percebeu que sua vocação era muito mais do que administrar; era deixar que o próprio Deus cuidasse dela e de sua história.
Jovem de oração, de penitência e contemplação, priorizou a vontade do Senhor, por isso chegou a um ponto em que deixou tudo para seguir a vontade de Deus, trabalhando e servindo-O por meio dos pobres e peregrinos.
Na época em que administrava o comércio do tio, já ajudava os pobres. Mas, agora, ela se doava para os seus irmãos mais necessitados. Ficou gravemente ferida, quando, ao fazer uma peregrinação pelos túmulos de São Pedro e São Paulo, foi a pé e descalça pedindo esmolas. Santa Veridiana ofereceu todos esses seus sacrifícios pela conversão das pessoas.
Uma mulher possuída pelo Espírito Santo, foi dócil à vontade de Deus e viveu o restante de sua vida acamada, enferma, oferecendo-se ao Senhor, aconselhando muitas pessoas e intercedendo por todos. Seus alimentos eram pão e água.
Mulher penitente e feliz, viveu até os 60 anos de idade consumindo-se de amor a Deus para o bem dos irmãos.
Santa Veridiana, neste tempo marcado pelo hedonismo e pela busca desenfreada por prazeres, nos aponta, denuncia que não é este o caminho da felicidade, mas apenas um: Nosso Senhor Jesus Cristo.
Peça a intercessão dessa santa para que todos possam, na oração, na penitência, na doação ao irmão, encontrarmos a verdadeira felicidade.
Santa Veridiana, rogai por nós!
FONTE: Canção Nova
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