LITURGIA DIÁRIA
Primeira leitura: Jr 18,18-20 - Salmo: Sl 30 - Evangelho: Mt 20,17-28
quarta-feira, 3 de março de 2010
LITURGIA DIÁRIA
EVANGELHO (Mateus 20,17-28)
Quarta-Feira, 3 de Março de 2010
2ª Semana da Quaresma
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 17enquanto Jesus subia para Jerusalém, ele tomou os doze discípulos à parte e, durante a caminhada, disse-lhes: 18“Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos sumos sacerdotes e aos mestres da Lei. Eles o condenarão à morte, 19e o entregarão aos pagãos para zombarem dele, para flagelá-lo e crucificá-lo. Mas no terceiro dia ressuscitará”.
20A mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com seus filhos e ajoelhou-se com a intenção de fazer um pedido. 21Jesus perguntou: “Que queres?” Ela respondeu: “Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”. 22Jesus, então, respondeu-lhe: “Não sabeis o que estais pedindo. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?” Eles responderam: “Podemos”. 23Então Jesus lhes disse: “De fato, vós bebereis do meu cálice, mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. Meu Pai é quem dará esses lugares àqueles para os quais ele os preparou”.
24Quando os outros dez discípulos ouviram isso, ficaram irritados contra os dois irmãos. 25Jesus, porém, chamou-os, e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. 26Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; 27quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. 28Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
FONTE: Canção Nova
Quarta-Feira, 3 de Março de 2010
2ª Semana da Quaresma
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 17enquanto Jesus subia para Jerusalém, ele tomou os doze discípulos à parte e, durante a caminhada, disse-lhes: 18“Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos sumos sacerdotes e aos mestres da Lei. Eles o condenarão à morte, 19e o entregarão aos pagãos para zombarem dele, para flagelá-lo e crucificá-lo. Mas no terceiro dia ressuscitará”.
20A mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com seus filhos e ajoelhou-se com a intenção de fazer um pedido. 21Jesus perguntou: “Que queres?” Ela respondeu: “Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”. 22Jesus, então, respondeu-lhe: “Não sabeis o que estais pedindo. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?” Eles responderam: “Podemos”. 23Então Jesus lhes disse: “De fato, vós bebereis do meu cálice, mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. Meu Pai é quem dará esses lugares àqueles para os quais ele os preparou”.
24Quando os outros dez discípulos ouviram isso, ficaram irritados contra os dois irmãos. 25Jesus, porém, chamou-os, e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. 26Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; 27quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. 28Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
FONTE: Canção Nova
LITURGIA DIÁRIA - HOMILIA

PARA SER GRANDE
Postado por: padrepacheco
março 3rd, 2010
Jesus não perde esta ocasião para doutrinar os Doze, futuros guias e pilares da Sua Igreja, sobre a função que terão de desempenhar na comunidade. Uma vez mais o Mestre rasga os esquemas convencionais: “Sabeis que os chefes dos povos os tiranizam e que os grandes os oprimem. Não será assim entre vós; o que quiser ser grande entre vós, que seja o vosso servidor; e o que quiser ser o primeiro entre vós, que seja o vosso servo”.
Na comunidade cristã a autoridade e a responsabilidade, e inclusivamente a fraternidade, devem ser sinônimo de serviço. No grupo dos que seguimos a Cristo não tem cabimento o domínio, o autoritarismo, a ambição e a vontade de poder. Tudo isso rompe a comunhão eclesial; isso fica para os políticos.
Assim condena também Jesus, pelo menos implicitamente, toda a equiparação da Igreja e do reino de Deus às estruturas de poder e aos sistemas de governo.
É evidente que o Senhor contrapõe dois estilos de autoridade e convivência totalmente opostos: mandar dominando ou servir sem retribuição. O primeiro era a ideia inicial dos apóstolos e modelo habitual da sociedade civil, por muito democrática que pareça; o segundo é o estilo que Jesus quer para a Sua Igreja toda, ou seja, hierarquia ou pastores e povo. Cristo recorre uma vez mais à inversão dos critérios humanos e à troca da escala de valores, como o fez na proclamação das bens-aventuranças.
Como motivação e exemplo vivo de tão paradoxal doutrina, Jesus aponta para si mesmo: “Tal como o Filho do homem não veio para que o sirvam, mas para dar a sua vida em resgate de todos”.
Em cada Eucaristia “bebemos do cálice do Senhor”, comungando assim na sua Morte e Ressurreição gloriosa pela redenção do mundo e no serviço dos homens. Mas não realizaremos dignamente essa comunhão se não participarmos do Seu destino. Seremos capazes? Nós não somos mais fortes que Jesus, que conheceu o medo e a morte e gemeu no jardim das Oliveiras.
O que nos toca a nós é mergulharmos na torrente do amor de Cristo, que renova todas as coisas. O resto Deus o fará.
Padre Pacheco
Comunidade Canção Nova
FONTE: Canção Nova
SANTO DO DIA
SANTO MARINO E ASTÉRIO
3 de março
O santos de hoje, foram mártires do seculo III.
São Marino era oficial romano, mas sobretudo, cristão. Já tinha feito seu caminhar com Cristo, estando em constante aprofundamento. No Império, não era reconhecido como cristão, e nem era possível uma evangelização aberta. Mas com sua vida, seu jeito profissional de ser, comunicava a verdade e o amor.
Era cogitado para ocupar uma posição chave: a de centurião romano na Cesareia.
Outros queriam esse cargo, e sabiam que ele era cristão. Por isso, um deles levantou uma lei antiga,onde para assumir o cargo era preciso antes sacrificar aos deuses. Imendiatamente Marino revelou-se publicamente que não poderia fazer isso e professou sua fé.
Pela admiração que muitos tinham por ele, não o mataram na hora. Deram a ele 3 horas para escolher pelo apostatar da fé ou a morte.
Ao sair do pretório, encontrou com o bispo Teotecno que o levou à igreja e, apontando-lhe para uma espada e para o evangelho, o motivou a fazer uma escolha digna de cristão. O oficial livremente abraçou o evangelho.
Passado o tempo, as autoridades o quiseram ouvir. Marino permaneceu fiel por amor a Cristo e à Igreja e acabou sendo degolado. Isto no ano de 260.
De repente, Astério se aproximou do corpo, o cobriu e enterrou o oficial. Ele sabia que isso poderia levá-lo ao martírio também. E foi o que aconteceu.
O testemunho deles nos convida a evangelizarmos a partir da nossa vida, e em todos os lugares da sociedade, e a nunca renunciarmos a nossa fé, mesmo que o martírio nos espere.
Santos Marino e Astério, rogai por nós!
FONTE: Canção Nova
3 de março
O santos de hoje, foram mártires do seculo III.
São Marino era oficial romano, mas sobretudo, cristão. Já tinha feito seu caminhar com Cristo, estando em constante aprofundamento. No Império, não era reconhecido como cristão, e nem era possível uma evangelização aberta. Mas com sua vida, seu jeito profissional de ser, comunicava a verdade e o amor.
Era cogitado para ocupar uma posição chave: a de centurião romano na Cesareia.
Outros queriam esse cargo, e sabiam que ele era cristão. Por isso, um deles levantou uma lei antiga,onde para assumir o cargo era preciso antes sacrificar aos deuses. Imendiatamente Marino revelou-se publicamente que não poderia fazer isso e professou sua fé.
Pela admiração que muitos tinham por ele, não o mataram na hora. Deram a ele 3 horas para escolher pelo apostatar da fé ou a morte.
Ao sair do pretório, encontrou com o bispo Teotecno que o levou à igreja e, apontando-lhe para uma espada e para o evangelho, o motivou a fazer uma escolha digna de cristão. O oficial livremente abraçou o evangelho.
Passado o tempo, as autoridades o quiseram ouvir. Marino permaneceu fiel por amor a Cristo e à Igreja e acabou sendo degolado. Isto no ano de 260.
De repente, Astério se aproximou do corpo, o cobriu e enterrou o oficial. Ele sabia que isso poderia levá-lo ao martírio também. E foi o que aconteceu.
O testemunho deles nos convida a evangelizarmos a partir da nossa vida, e em todos os lugares da sociedade, e a nunca renunciarmos a nossa fé, mesmo que o martírio nos espere.
Santos Marino e Astério, rogai por nós!
FONTE: Canção Nova
terça-feira, 2 de março de 2010
FORMAÇÃO

COMO ENFRENTAR AS PROVAÇÕES
Sofrer, com paciência, é sabedoria, pois assim se vive com paz
As provações nos fortalecem para o combate espiritual; por isso, os Apóstolos sempre estimularam os fiéis a enfrentá-las com coragem. São Pedro diz: “Caríssimos, não vos perturbeis no fogo da provação, como se vos acontecesse alguma coisa extraordinária. Pelo contrário, alegrai-vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo...” (1 Pe 4,12). Ensinando-nos que essas dificuldades nos levarão à perfeição: “O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vós fortificará” (1 Pe 5,10).
O mesmo Apóstolo ensina-nos que a provação nos “aperfeiçoará” e nos tornará “inabaláveis”. É importante não se deixar perturbar no fogo da provação. Não se exasperar, não perder a paz e a calma, pois é exatamente isso que o tentador deseja.
Uma alma agitada fica a seu bel-prazer. Não consegue rezar, fica irritada, mal-humorada, triste, indelicada com os outros e acaba deprimida.
O antídoto contra tudo isso é a humilde aceitação da vontade de Deus no exato momento em que algo desagradável nos ocorre, dando, de imediato, glória a Deus, como São Paulo ensina:
"Em todas as circunstâncias dai graças, pois esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus" (1 Tes 5,16).
É preciso fazer esse grande e difícil exercício de dar glória a Deus na adversidade. Nesses momentos gosto de glorificar a Deus, rezar muitas vezes o “Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo...” até que minha alma se acalme e se abandone aos cuidados do Senhor.
Essa atitude muito agrada ao Senhor, pois é a expressão da fé pura de quem se abandona aos Seus cuidados. É como a fé de Maria e de Abraão que “esperaram contra toda a esperança” (cf. Hb11,17-19), e assim, agradaram a Deus sobremaneira.
Da mesma forma, Jó agradou muito ao Todo-poderoso porque no meio de todas as provações, tendo perdido todos os seus bens e todos os seus filhos, ainda assim soube dizer com fé:
"Nu saí do ventre da minha mãe, nu voltarei. O Senhor deu, o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor!" (Jo 1,21).
Afirmam os santos que vale mais um “Bendito seja Deus!”, pronunciado com o coração, no meio do fogo da provação, do que mil atos de ação de graças quando tudo vai bem.
O Jardineiro Divino da nossa alma sabe os métodos que deve empregar para limpar cada alma. Não se assuste com as podas que Ele fizer no jardim de sua alma.
Santa Teresa diz que ouviu Jesus dizer-lhe: “Fica sabendo que as pessoas mais queridas de meu Pai são as que são mais afligidas com os maiores sofrimentos”. E por isso afirmava que não trocaria os seus sofrimentos por todos os tesouros do mundo. Tinha a certeza de que Deus a santificava pelas provações. A grande santa da Igreja chegou a dizer que "quando alguém faz algum bem a Deus, o Senhor lhe paga com alguma cruz".
Para nós, essas palavras parecem um absurdo, mas não para os santos, que conheceram todo o poder salvífico e santificador do sofrimento.
“As nossas tribulações de momento são leves e nos preparam um peso de glória eterna” (II Cor 4,17).
Quando São Francisco de Assis passava um dia sem nada sofrer por Deus, temia que o Senhor tivesse se esquecido dele. São João Crisóstomo, doutor da Igreja, diz que “é melhor sofrer do que fazer milagres, já que aquele que faz milagres se torna devedor de Deus, mas no sofrimento Deus se torna devedor do homem”.
As ofensas, as injúrias, os desprezos, os cinismos irritantes, as doenças, as dores, as lágrimas, as tentações, a humilhação do pecado próprio, etc., nos são necessários, pois nos dão a oportunidade de lutar contra as nossas misérias.
Isso tudo, repito mais uma vez, não quer dizer que Deus seja o autor do mal ou que Ele se alegre com o nosso sofrimento, não. O que o Senhor faz, de maneira até amável, é transformar o sofrimento, que é o salário do próprio pecado do homem, em matéria-prima de nossa própria salvação, dando assim, um sentido à nossa dor.
A partir daí, sob a luz da fé, podemos sofrer com esperança. É o enorme abismo que nos separa dos ateus, para quem a dor e a morte continuam a ser o mais terrível dos absurdos da vida humana.
A provação produz a perseverança, e por ela, passo a passo, chegaremos à perfeição, como nos ensina São Tiago.
“Nós nos gloriamos também nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a perseverança...” (Rom 5,3-5).
Sofrer com paciência é sabedoria, pois assim se vive com paz. Quem sofre sem paciência e sem fé, revolta-se, desespera-se, sofre em dobro, além de fazer os outros sofrerem também.
Santo Afonso disse que “neste vale de lágrimas não pode ter a paz interior senão quem recebe e abraça com amor os sofrimentos, tendo em vista agradar a Deus”. Segundo ele “essa é a condição a que estamos reduzidos em consequência da corrupção do pecado”.

Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe
Site do autor: www.cleofas.com.br
FONTE: Canção Nova
LITURGIA DIÁRIA - PARTILHA

QUEM ANUNCIA O EVANGELHO NÃO TEM O DIREITO DE ESVAZIÁ-LO
Irmãos e irmãs, é com alegria no Senhor Jesus que partilhamos a liturgia de hoje: Mt 23,1-12
Existe uma tensão muito grande entre Jesus e os chefes do povo, atestada no Evangelho de Mateus a partir do cap. 21.
Jesus se dirige às multidões e também aos Seus discípulos e declara veementemente para não imitarem as atitudes dos que se dizem mestres, pois eles amarram pesados fardos e colocam nos ombros dos homens. Praticam todas as ações para serem vistos pelos homens. Gostam dos melhores lugares e de receberem saudações em praças públicas. Era assim naquele tempo!
Transportando para os dias de hoje, podemos refletir em nossa vida, nossas ações e em nossos comportamentos e compararmos com as atitudes dos mestres da lei.
Será que não estou sendo um daqueles fariseus, que dizendo estar cumprindo a lei e sendo justo aos olhos de Deus?
Será que estou praticando a verdade do Evangelho e não esvaziando o seu sentido?
Irmãos, todos nós batizados dizemos ser cristãos, mas certamente Jesus está tendo a mesma atitude comigo, tal e qual é narrado no Evangelho.
Preciso rever os meus conceitos de Cristão e discípulo, pois aquilo que se exige deles é uma vida totalmente diferente desta que vivo hoje.
Jesus cobra uma vida voltada para o Amor, onde a verdadeira atitude coloca o próximo como o alvo principal, e não a mim mesmo.
Esquecer-se de mim é começar a entender as palavras de Jesus. Quando passamos a cuidar dos outros, iniciamos o processo de conversão, ou seja, passamos a caminhar nas pegadas de Jesus; a seguí-Lo em seu Caminho; a imitá-Lo em Suas atitudes concretas de Amor, misericórdia, piedade, justiça, fraternidade, coragem e confiança total no Pai.
Deus revela a verdade por este Caminho e não se anda mais perdidamente, sem rumo. Tudo se esclarece e a vida toma outro sentido. Tudo se transforma e passamos a não sermos mais compreendidos pelos que ficam esperando, parados.
O verdadeiro Amor, Deus, é revelado a todos, pois a vida consagrada é exatamente o meio para Jesus ser revelado ao mundo. Esse é o mistério da revelação de Deus. Ele se revela em cada um de nós. Podemos percebê-Lo num milagre acontecido, mas podemos vê-Lo apenas na pessoa de alguém. Deus se revela em cada um de nós que abraçamos a fé e caminhamos com Cristo.
Não temos outro caminho que não seja Jesus!!
Deus seja louvado, adorado e glorificado...!!
Carlos - Comunidade Católica Pedras Vivas
LITURGIA DO DIA
LITURGIA DIÁRIA
Primeira leitura: Is 1,10.16-20 - Salmo: Sl 49 - Evangelho - Mt 23,1-12
Primeira leitura: Is 1,10.16-20 - Salmo: Sl 49 - Evangelho - Mt 23,1-12
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