sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

MENSAGEM DO DIA




NATAL: dia de alegria, esperança e luz
É Natal de Jesus, dia de alegria, esperança e luz!

"O Filho de Deus nasce da Virgem Maria. Entra na história para ficar no meio de nós. Renova a esperança, entrega-se como pão. Sua Palavra aquece o coração. E quem n'Ele crê, com seus olhos verá: 'Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida'".

Receba, neste dia, todas as graças reservadas exclusivamente para você. O presente que o Menino Jesus traz é este: um novo ânimo, uma nova vida, uma nova esperança.

Acolha tudo isso, porque foi reservado só para você e a graça não pode passar. Hoje, é o dia da graça, da alegria e de cantar as maravilhas do Senhor, pois nasceu para nós Jesus, o nosso Salvador!

Feliz Natal!

Monsenhor Jonas Abib

FONTE: Canção Nova

MENSAGEM




"NATAL É FAZER MEMÓRIA DO NASCIMENTO DE CRISTO" explica Padre

A celebração do Natal do Senhor é uma das solenidades mais importantes do calendário litúrgico católico.

"É um momento privilegiado para refletir e experimentar os mistérios da fé", explica o professor da Faculdade Dehoniana (Taubaté-SP), padre Daniel Aparecido de Campos.

"Celebrar o Natal é fazer memória do nascimento de Cristo", complementa o padre. Mas, o que significa fazer memória?

O conceito de fazer memória não implica em dizer que o mesmo acontecimento se torne presente de modo concreto, mas apenas em trazê-lo à lembrança. "Embora a celebração aconteça em um certo tempo e espaço, o que se vivencia está fora do tempo, é atemporal", salienta padre Daniel.

Esse fazer memória é diferente, por exemplo, do memorial realizado através do Sacramento da Eucaristia. De acordo com o Catecismo da Igreja Católica, nesse Sacramento, os acontecimentos não apenas vêm à lembrança, mas se tornam efetivamente presentes e reais:

"A celebração litúrgica destes acontecimentos torna-os de certo modo presentes e atuais. [...] Quando a Igreja celebra a Eucaristia, esta se torna presente: o sacrifício que Cristo ofereceu uma vez por todas na cruz torna-se sempre atual" (números 1363-1364).


Caráter eterno

Em Teologia, se explica que todas as ações de Jesus, mesmo as puramente humanas, eram teândricas, isto é, o agente era sempre o Deus feito homem. "É por isso que tudo o que está relacionado à vida de Cristo possui um caráter eterno, embora tenha sido vivenciado e realizado no tempo", salienta padre Daniel.

É aí que também se pode entender melhor a função do rito: oferecer suporte para que a pessoa possa vivenciar o que é celebrado e, também, expressar na atualidade aquilo que possui um cunho eterno.

"Não é um fim em si mesmo. Facilita e fomenta a disposição interior do cristão em se motivar a viver o mistério, o louvor, a graça de interagir com Deus", finaliza.

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FONTE; Canção Nova

LITURGIA DO DIA

Primeira leitura - Is 52,7-10 Segunda leitura - Hb 1,1-6 Salmo - Sl 97 Evangelho - Jo 1,1-18 LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA

EVANGELHO (Jo 1,1-18)

Sexta-Feira, 25 de Dezembro de 2009
Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo - Missa do Dia

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

1No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. 2No princípio estava ela com Deus. 3Tudo foi feito por ela, e sem ela nada se fez de tudo que foi feito.
4Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. 5E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. 6Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João. 7Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. 8Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: 9daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano.
10A Palavra estava no mundo — e o mundo foi feito por meio dela — mas o mundo não quis conhecê-la. 11Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram.
12Mas, a todos que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome, 13pois estes não nasceram do sangue nem da vontade da carne nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo.
14E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito, cheio de graça e de verdade. 15Dele, João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim”. 16De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. 17Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. 18A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

FONTE: Canção Nova

LITURGIA DIÁRIA - HOMILIA




O NASCIMENTO DE JESUS Lc 2,1-14

Postado por: Padre Bantu Mendonça K. Sayla
dezembro 25th, 2009

O Evangelho de Jesus nos diz que sua vida e morte testemunham a natureza inigualável de sua realeza e reino. Mas o que seu nascimento nos diz? Jesus é o único qualificado para ser Rei. Mateus traça a linhagem de Jesus através de José (1:1-17), um descendente de Davi (1:6), uma vez que somente um filho de Davi poderia reinar como Messias (Salmo 89:3-4). Lucas traça do mesmo modo a linhagem de Maria até Davi (3:23,31), assim qualificando duplamente Jesus para ser o Messias. Contudo, o Messias precisa também ser o Filho do Céu (Salmo 2:7). Pela virgindade de sua mãe, Jesus nasceria como o único Filho de Deus. O anjo Gabriel assegurou a Maria que o “poder do Altíssimo” (Lucas 1:35) lhe daria a capacidade de conceber sendo virgem (Mateus 1:20). E, “por isso, o ente santo” poderia ser “chamado Filho de Deus” (Lucas 1:35).

O nascimento de Jesus demonstra sua divindade. Anjos disseram a Maria (Lucas 1:26-38) e a José (Mateus 1:18-23) que seu “Filho do Altíssimo” era mais do que apenas um filho. Antes, ele seria o Filho unigênito de Deus (João 3:16), chamado apropriadamente “Emanuel”, ou seja, “Deus-conosco” (Isaías 7:14; João 1:14).

E Jesus reinaria sobre a casa de Jacó reconstruída (Lucas 1:33; Atos 15:16-18). Desde que ele receberia quem quer que o temesse e fizesse o que é reto (Atos 10:35), essa casa consistiria de judeus e de gentios. Ele concederia a todos os seus cidadãos uma igualdade e comunhão que o mundo jamais tinha conhecido (Gálatas 3:28), pois ele seria boa nova “para todo o povo” (Lucas 2:10).

Todavia Jesus não reinaria como um tirano, mas como Salvador. Ele salvaria “seu povo dos pecados deles” (Mateus 1:21), trazendo a eles a maior paz de todas, paz com Deus (Romanos 5:1). Ele salvaria, não subjugaria. Desde que seu reino também traz salvação (Atos 2:23-24), ele não poderia ser rei se não fosse Salvador (Zacarias 6:12-13; Hebreus 1:3). Portanto, desde que ele salva, ele na verdade tem que reinar (Atos 2:33-36).

O modo de seu nascimento mostra como ele é inigualável. A maioria dos reis nascem no luxo e na riqueza. Porém, não este Rei. Suas faixas não foram de fina púrpura nem seu berço de ouro. Em vez disso, uma manjedoura serviu como sua cama. Esse Rei humilde fez uma entrada quieta e não pretenciosa para aquelas pessoas de humildade incomum que seriam seus cidadãos.

Os anjos não anunciaram seu nascimento aos poderosos e prestigiosos, mas aos pastores. Eles, humildemente, vieram “apressadamente” para encontrar “a criança deitada na manjedoura”. Encontrando-o, eles glorificaram e louvaram a Deus. Para os corações que respondem, como os desses pastores, em fé confiante nas palavras de Deus, Jesus seria Rei.

Entretanto, esse Rei seria “para ruína como para levantamento” (Lucas 2:34). Porque a maioria rejeita sua mensagem (João 1:11), eles caem enquanto outros sobem a “lugares celestiais, em Cristo Jesus” (Efésios 2:6) pela obediência à sua vontade (Mateus 5:19). Até mesmo seus pais representam o tipo de cidadãos que pertenceriam ao seu reino: justos, amorosos, puros, e pessoas obedientes.

Seguindo a estrela até Herodes, homens sábios do oriente aprenderam com o profeta Miquéias que o Messias nasceria em Belém. Eles entraram na casa (não estábulo) e viram o menino (não o recém-nascido) (Mateus 2:11). Portanto, esses homens possivelmente viram Jesus antes de seu segundo ano de idade, em vez de vê-lo na manjedoura, porque Herodes informou-se com os homens sábios “quanto ao tempo em que a estrela aparecera” (2:7) e mais tarde matou crianças de dois anos para baixo (2:16).

Até mesmo os visitantes do Oriente tipificam os cidadãos do Reino. Dispostos a fazer uma viagem longa e árdua só para vê-lo, eles O adoraram (Mateus 2:11). Eles trouxeram dádivas adequadas a um rei: ouro, uma dádiva comum à realeza (1 Reis 10:14-22); incenso, frequentemente ligado com adoração a Deus (Levítico 2:1-16) e mirra, uma especiaria tipicamente cara usada na adoração (Êxodo 30:23-33), na aromaterapia (Salmo 45:8), e no embalsamamento (João 19:39).

Nós também precisamos chegar alegremente ao nosso Rei e oferecer nossos corpos “por sacrifício vivo, santo, que é o vosso culto racional” (Romanos 12:1). Seu nascimento valida seu direito ao trono de Davi, sua divindade, seu domínio internacional e até a natureza de seu Reino. Mas o que os pais, os pastores e os homens sábios demonstram é que nada menos do que corações submissos e vidas obedientes são suficientes para esse Rei que eleva corações humildes à glória no Reino dos Céus.

Sem fugir do tema e da festa de hoje gostaria pedir que rezasses por mim. Pois indignamente da minha parte, Deus quis que hoje eu participasse do aniversário natalício do Seu Filho. Faço hoje 38 primaveras. Peço ao Deus Menino que me faça crescer em estatura e graça como Ele perante seu Pai.

Pai, dá-me um coração de pobre que me permita contemplar o nascimento de teu Filho Jesus, que viveu pobre para ser solidário com os pobres.

FONTE: Canção Nova

SANTO DO DIA




NATAL DO SENHOR

25 de dezembro

Neste dia especial, em que toda a Igreja celebra o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, acompanhemos o testemunho da Palavra de Deus a respeito deste acontecimento que transformou a história da humanidade:

"...José subiu da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à Cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, para se alistar com a sua esposa Maria, que estava grávida. Estando eles ali, completaram-se os dias dela. E deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria. Havia nos arredores uns pastores, que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu ao redor deles, e tiveram grande temor. O anjo disse-lhes: 'Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo: hoje vos nasceu na Cidade Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor'." (Lc 2,4-11)

Por isso hoje celebramos a eterna solidariedade do Pai das Misericórdias que, no seu plano de amor, quis o nascimento de Jesus, que é o verdadeiro Sol, a Luz do mundo. Este não é um dia de medo e nem de desespero, é dia de confiança e de esperança, pois Deus veio habitar no meio de nós, e assim encher-nos da certeza de que é possível um mundo novo. Solidário conosco, Ele nos quer solidários neste dia de Glória que refulge ao redor de cada um de nós!

Sendo assim, tudo neste dia só tem sentido se apontar para o grande aniversariante deste dia: o Menino Deus! Presépios, árvores, enfeites, banquetes e os presentes natalícios representam os presentes que os Reis Magos levaram até Jesus, mas não são estes símbolos a essência do Natal. O importante, o essencial, é que Cristo realmente nasça em nossos corações de uma maneira nova, renovadora, e que a partir daí, possamos sempre caminhar na sua luz solidária deste Deus Único e Verdadeiro, que nos quer também solidários uns com os outros!

Vivamos com muita alegria este dia solidário, que o Senhor fez para nós!


Um Santo Natal para você e para a sua família!

FONTE: Canção Nova

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

LITURGIA DO DIA

Primeira leitura - Is 9,1-6 Segunda leitura - Tt 2,11-14 Salmo - Sl 95 Evangelho - Lc 2,1-14 LITURGIA DIÁRIA